Jonas. Direção Christophe Charrier. Bom filme, a narrativa vai se desenvolvendo entre o passado e o presente dos protagonistas, Jonas (Félix Maritaud) e Nathan (Tommy-Lee Baïk), no final tem a explicação porque Jonas se tornou um adulto revoltado, sempre envolvido em confusão, diferente do garoto tranquilo da adolescência. O filme aborda a sexualidade e homossexualidade sem tabu, como algo natural do qual os rapazes não sentem vergonha. Os assuntos são tratados de forma leve, mas com sua devida importância, sem cenas de sexo. É um filme pesado, os traumas que muda toda uma vida, se tornando uma pessoa sombria. Tem uma fotografia bonito, as ruas de Paris, gosto desse tipo de filme que mostra a cidade em movimento. Gostei. Nota .10
Filme que veio com medo de se arriscar.Algumas sequências poderiam ter rendido bem mais numa direção mais consistente.
>Assistido em 14 de Janeiro de 2026
REVENDO: continuo gostando do filme, acho que agradara a muitos. 14.03.2022
Jonas. Direção Christophe Charrier. Bom filme, a narrativa vai se desenvolvendo entre o passado e o presente dos protagonistas, Jonas (Félix Maritaud) e Nathan (Tommy-Lee Baïk), no final tem a explicação porque Jonas se tornou um adulto revoltado, sempre envolvido em confusão, diferente do garoto tranquilo da adolescência. O filme aborda a sexualidade e homossexualidade sem tabu, como algo natural do qual os rapazes não sentem vergonha. Os assuntos são tratados de forma leve, mas com sua devida importância, sem cenas de sexo. É um filme pesado, os traumas que muda toda uma vida, se tornando uma pessoa sombria.
Tem uma fotografia bonito, as ruas de Paris, gosto desse tipo de filme que mostra a cidade em movimento.
Gostei. Nota .10
Pesado.
Em relação aos personagens, gostei de todos!! Boas atuações, boa história (embora triste).
Jonas se sentia instigado pelo Nathan. Esse Léonard é um espetáculo.
É um bom filme, que ainda nos traz o alerta sobre os cuidados a serem tomados com estranhos.