Jeanne, uma jovem tímida, trabalha em um parque de diversões. Fascinada com carrosséis, ela ainda mora com a mãe. É quando Jeanne conhece Jumbo, a nova atração principal do parque.
Pode conter spoilers sua porca no meu parafuso....
Com certeza ja vi de tudo um pouco nesse mundo de filmes, mas sempre tem espaço para algo completamente bizarro....Haaa mais aqui foi usado metáforas, se foi , de uma forma muito porca e mal feita, desde o inicio do filme ja me deu alerta sobre o comportamento da Jeanne, nem de longe e apenas uma garota tímida, tem muito mais que isso, e também nao é somente algo na linha do espectro autista, fetiche, polisexual a medida que a obra vai se construindo tenho certeza que essa mocinha tem sérios problemas na cachola...
E o mais doido e o filme tentando te convencer que esta tudo bem, mesmo que embates venham com a mãe que sinceramente nao consigo julgar, se meu filho chegar comigo e falar, pai to apaixonado pela air fryer, a ultima coisa que vou dizer e está tudo bem, o que importa e que seja feliz, e o filme peca muito em construir algo que me deixe pelo menos com empatia com a protagonista, pelo contrario, só me passa, problemas mentais, infantilidade, nem os momentos mais sublimes como ela e o Jumbo, fica muito obvio que aquilo e algo -da mente dela...ou a falta do platinado....a cena dela se melecando com graxa em uma espécie de sexo biomecânico e tipo only fans para oficina...
A única pessoa ali com o mínimo senso e Hubert, mesmo que ele incentive essa birulagem...Em fim pelo menos ela nao se apaixonou pelo carrinho bate bate...
Noémie Merlant tem potencial de sobra para ser a melhor atriz francesa desta década. Mas este filme, apesar da ótima atuação da protagonista e da cultuada erotização da máquina (que funciona com melhor impacto em Titane), não empolga muito.
Talvez o filme mais genial que pude ver esse ano, achei o ápice da criatividade e ousadia de Wittock. Estranho, divertido, fantasioso, bizarramente sensual e incomparável. Pelo menos não lembro nada que chegue perto desse roteiro. O visual é hipnoticamente fascinante. Noémie Merlant é a minha atriz francesa favorita do momento!
Esse foi, definitivamente, um dos filmes mais estranhos que eu já assisti fora do universo do horror. Porém, demorei muito para engajar.
Na primeira meia hora, estive dividindo a minha atenção entre a trama e qualquer outra coisa que estivesse acontecendo a minha volta. Depois que começou a dar os primeiros indícios de conflitos, especificamente com a mãe da protagonista, já comecei a me interessar um pouco mais. Não sei se podemos caracterizar esse filme como um estudo de personagem, por tudo que permeia a vida da Jeanne e as situações que a levaram a acreditar nesse romance (?), por mais que seja pouquíssimo explorado já que o foco é mais o Jumbo e menos o que a levou a escolher aquele relacionamento, mesmo assim acho que tem momentos que justificam essa minha ideia.
Gosto também do relaciomento entre a Jeanne e a mãe dela, elas são muito próximas, mas em um nível completamente superficial! É interessante demais como no momento em que a filha dela demonstra uma ligação mais significativa de uma maneira que a mãe dela não aprova, elas simplesmente saem de sintonia.
Pode conter spoilers sua porca no meu parafuso....
Com certeza ja vi de tudo um pouco nesse mundo de filmes, mas sempre tem espaço para algo completamente bizarro....Haaa mais aqui foi usado metáforas, se foi , de uma forma muito porca e mal feita, desde o inicio do filme ja me deu alerta sobre o comportamento da Jeanne, nem de longe e apenas uma garota tímida, tem muito mais que isso, e também nao é somente algo na linha do espectro autista, fetiche, polisexual a medida que a obra vai se construindo tenho certeza que essa mocinha tem sérios problemas na cachola...
E o mais doido e o filme tentando te convencer que esta tudo bem, mesmo que embates venham com a mãe que sinceramente nao consigo julgar, se meu filho chegar comigo e falar, pai to apaixonado pela air fryer, a ultima coisa que vou dizer e está tudo bem, o que importa e que seja feliz, e o filme peca muito em construir algo que me deixe pelo menos com empatia com a protagonista, pelo contrario, só me passa, problemas mentais, infantilidade, nem os momentos mais sublimes como ela e o Jumbo, fica muito obvio que aquilo e algo -da mente dela...ou a falta do platinado....a cena dela se melecando com graxa em uma espécie de sexo biomecânico e tipo only fans para oficina...
A única pessoa ali com o mínimo senso e Hubert, mesmo que ele incentive essa birulagem...Em fim pelo menos ela nao se apaixonou pelo carrinho bate bate...
Noémie Merlant tem potencial de sobra para ser a melhor atriz francesa desta década. Mas este filme, apesar da ótima atuação da protagonista e da cultuada erotização da máquina (que funciona com melhor impacto em Titane), não empolga muito.
Talvez o filme mais genial que pude ver esse ano, achei o ápice da criatividade e ousadia de Wittock. Estranho, divertido, fantasioso, bizarramente sensual e incomparável. Pelo menos não lembro nada que chegue perto desse roteiro. O visual é hipnoticamente fascinante.
Noémie Merlant é a minha atriz francesa favorita do momento!
Jumbo é bem interessante. Diferente. Um modo diferente de falar da sexualidade não aceita (pela mãe, pelos outros).
Esse foi, definitivamente, um dos filmes mais estranhos que eu já assisti fora do universo do horror. Porém, demorei muito para engajar.
Na primeira meia hora, estive dividindo a minha atenção entre a trama e qualquer outra coisa que estivesse acontecendo a minha volta. Depois que começou a dar os primeiros indícios de conflitos, especificamente com a mãe da protagonista, já comecei a me interessar um pouco mais. Não sei se podemos caracterizar esse filme como um estudo de personagem, por tudo que permeia a vida da Jeanne e as situações que a levaram a acreditar nesse romance (?), por mais que seja pouquíssimo explorado já que o foco é mais o Jumbo e menos o que a levou a escolher aquele relacionamento, mesmo assim acho que tem momentos que justificam essa minha ideia.
Gosto também do relaciomento entre a Jeanne e a mãe dela, elas são muito próximas, mas em um nível completamente superficial! É interessante demais como no momento em que a filha dela demonstra uma ligação mais significativa de uma maneira que a mãe dela não aprova, elas simplesmente saem de sintonia.