Jeanne, uma jovem tímida, trabalha em um parque de diversões. Fascinada com carrosséis, ela ainda mora com a mãe. É quando Jeanne conhece Jumbo, a nova atração principal do parque.
Noémie Merlant tem potencial de sobra para ser a melhor atriz francesa desta década. Mas este filme, apesar da ótima atuação da protagonista e da cultuada erotização da máquina (que funciona com melhor impacto em Titane), não empolga muito.
Talvez o filme mais genial que pude ver esse ano, achei o ápice da criatividade e ousadia de Wittock. Estranho, divertido, fantasioso, bizarramente sensual e incomparável. Pelo menos não lembro nada que chegue perto desse roteiro. O visual é hipnoticamente fascinante. Noémie Merlant é a minha atriz francesa favorita do momento!
Esse foi, definitivamente, um dos filmes mais estranhos que eu já assisti fora do universo do horror. Porém, demorei muito para engajar.
Na primeira meia hora, estive dividindo a minha atenção entre a trama e qualquer outra coisa que estivesse acontecendo a minha volta. Depois que começou a dar os primeiros indícios de conflitos, especificamente com a mãe da protagonista, já comecei a me interessar um pouco mais. Não sei se podemos caracterizar esse filme como um estudo de personagem, por tudo que permeia a vida da Jeanne e as situações que a levaram a acreditar nesse romance (?), por mais que seja pouquíssimo explorado já que o foco é mais o Jumbo e menos o que a levou a escolher aquele relacionamento, mesmo assim acho que tem momentos que justificam essa minha ideia.
Gosto também do relaciomento entre a Jeanne e a mãe dela, elas são muito próximas, mas em um nível completamente superficial! É interessante demais como no momento em que a filha dela demonstra uma ligação mais significativa de uma maneira que a mãe dela não aprova, elas simplesmente saem de sintonia.
Todos os personagens são extremamente problemáticos. e, novamente, o problema da Jeanne surpreendentemente não é ser apaixonada por um brinquedo, e sim ser totalmente desequilibrada, infantilizada e pirracenta. É comportamental. E chata.
O filme não te convence e os personagens não cativam. Como assim a única pessoa sã e minimamente agradável desse filme é o Hubert?
Poderia ter levantado questões mais provocantes e aprofundado de uma forma que a gente se importasse com alguma coisa, qualquer coisa, mas não entrega e nem causa nada fora vontade de visitar um parque de diversões. Deve ser a quarentena.
Noémie Merlant tem potencial de sobra para ser a melhor atriz francesa desta década. Mas este filme, apesar da ótima atuação da protagonista e da cultuada erotização da máquina (que funciona com melhor impacto em Titane), não empolga muito.
Talvez o filme mais genial que pude ver esse ano, achei o ápice da criatividade e ousadia de Wittock. Estranho, divertido, fantasioso, bizarramente sensual e incomparável. Pelo menos não lembro nada que chegue perto desse roteiro. O visual é hipnoticamente fascinante.
Noémie Merlant é a minha atriz francesa favorita do momento!
Jumbo é bem interessante. Diferente. Um modo diferente de falar da sexualidade não aceita (pela mãe, pelos outros).
Esse foi, definitivamente, um dos filmes mais estranhos que eu já assisti fora do universo do horror. Porém, demorei muito para engajar.
Na primeira meia hora, estive dividindo a minha atenção entre a trama e qualquer outra coisa que estivesse acontecendo a minha volta. Depois que começou a dar os primeiros indícios de conflitos, especificamente com a mãe da protagonista, já comecei a me interessar um pouco mais. Não sei se podemos caracterizar esse filme como um estudo de personagem, por tudo que permeia a vida da Jeanne e as situações que a levaram a acreditar nesse romance (?), por mais que seja pouquíssimo explorado já que o foco é mais o Jumbo e menos o que a levou a escolher aquele relacionamento, mesmo assim acho que tem momentos que justificam essa minha ideia.
Gosto também do relaciomento entre a Jeanne e a mãe dela, elas são muito próximas, mas em um nível completamente superficial! É interessante demais como no momento em que a filha dela demonstra uma ligação mais significativa de uma maneira que a mãe dela não aprova, elas simplesmente saem de sintonia.
Estamos falando de um filme onde a protagonista é apaixonada por um objeto, cujo problema está longe de ser esse.
É visualmente maravilhoso, mas até em suas partes mais lúdicas, falha em cativar, e eu nem sei dizer exatamente o porquê.
Todos os personagens são extremamente problemáticos. e, novamente, o problema da Jeanne surpreendentemente não é ser apaixonada por um brinquedo, e sim ser totalmente desequilibrada, infantilizada e pirracenta. É comportamental. E chata.
O filme não te convence e os personagens não cativam. Como assim a única pessoa sã e minimamente agradável desse filme é o Hubert?
Poderia ter levantado questões mais provocantes e aprofundado de uma forma que a gente se importasse com alguma coisa, qualquer coisa, mas não entrega e nem causa nada fora vontade de visitar um parque de diversões. Deve ser a quarentena.