Uma jovem que vive em uma ilha do Caribe está procurando por seu pai que está perdido no mar. Quando sua família alienada vem ajudar, ela deve enfrentar o seu passado sombrio e essa nova família que ela nunca esperava abraçar.
Keyla - Colômbia - 2018 - visto no dia 22.02.21 Gostei do filme. Interessante mostrar primeiramente um drama familiar, e também a busca da moça pelo pai que se perdeu no mar. Um drama meio morno sendo sincero, com personagens igualmente mornos, em um ritmo desnecessariamente lento, mas tem uma boa duração. Até a protagonista é uma personagem que passa despercebido, é apagada, impossível ela sustentar um trama sozinha. Além dos coadjuvantes serem muito apagados. Trilha sonora é bacana, mas o que mais se destaca na obra é os cenários (por ser uma ilha do Caribe - um lugar turístico, paradisíaco) tem locações, a natureza exuberante, tropical, bem caracteristica. Não é atoa que maior destaque da obra é a belíssima fotografia. Ângulos de filmagem, câmera na mão, câmera mecânica, tudo bem destacado. Mas o filme não é nada profundo, no fim tudo acaba se ajustando, se acostumando a essa nova realidade mesmo com as diferenças iniciais. Muito bom conhecer outra obra latina e destacando a cultural local, a dança, música, as pessoas se divertindo, esses pontos são fortes, e alguns diálogos envolvendo a família, principalmente o menino e a mãe que vieram a ilha trouxeram outra dinâmica. Bem mediano sem dúvidas. Nota: 6,5
Considerando o trama do enredo, ele não traz nada de novo e profundo, mas é um filme que recomendaria no sentido de curiosidade regional e belíssima fotografia. Por demais interessante prestar atenção no uso do dialeto Sanandreense em boa parte da filmagem e o foco na população raizal.
Keyla - Colômbia - 2018 - visto no dia 22.02.21
Gostei do filme. Interessante mostrar primeiramente um drama familiar, e também a busca da moça pelo pai que se perdeu no mar. Um drama meio morno sendo sincero, com personagens igualmente mornos, em um ritmo desnecessariamente lento, mas tem uma boa duração. Até a protagonista é uma personagem que passa despercebido, é apagada, impossível ela sustentar um trama sozinha. Além dos coadjuvantes serem muito apagados. Trilha sonora é bacana, mas o que mais se destaca na obra é os cenários (por ser uma ilha do Caribe - um lugar turístico, paradisíaco) tem locações, a natureza exuberante, tropical, bem caracteristica. Não é atoa que maior destaque da obra é a belíssima fotografia. Ângulos de filmagem, câmera na mão, câmera mecânica, tudo bem destacado. Mas o filme não é nada profundo, no fim tudo acaba se ajustando, se acostumando a essa nova realidade mesmo com as diferenças iniciais. Muito bom conhecer outra obra latina e destacando a cultural local, a dança, música, as pessoas se divertindo, esses pontos são fortes, e alguns diálogos envolvendo a família, principalmente o menino e a mãe que vieram a ilha trouxeram outra dinâmica. Bem mediano sem dúvidas.
Nota: 6,5
Considerando o trama do enredo, ele não traz nada de novo e profundo, mas é um filme que recomendaria no sentido de curiosidade regional e belíssima fotografia.
Por demais interessante prestar atenção no uso do dialeto Sanandreense em boa parte da filmagem e o foco na população raizal.