Chinu vive as dores do crescimento ao mudar da cidade para o campo e se deparar com uma cultura juvenil muito diferente da que ele conhece. Um menino indiano com 11 anos de idade, que acaba de perder seu pai e é obrigado a se adaptar a uma nova escola em uma pequena aldeia.
A história é sobre como ele lida com essa transformação abrupta de uma mente jovem para o mundo adulto.
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Crianças sobrevivem à maturidade precoce. Mas o que atinge sua lúdica infância, marca para sempre.
A duração do filme tá errada na descrição
Que garotinho mais encantador.
Que olhar de medo e ao mesmo tempo de curiosidade e esperança.
Esse filme me lembrou a metáfora da caverna do filósofo Platão. Por mais que sair da "caverna", do aconchego de onde já está por um tempo seja assustador, ao mesmo tempo pode ser libertador.
O olhar do garoto de descoberta, de satisfação com a nova experiência, com a nova cultura onde ele estava inserido, é sensacional.
Um belo filme indiano que entrou para a minha lista de melhores filmes. O silêncio impera durante o longa-metragem, permitindo, dessa forma, uma poesia por meio dos olhos do protagonista, belamente interpretado por Archit Deodhar. Além disso, a relação com a mãe, cuja Amruta Subhash deu vida, é muito boa, apesar de que poderia ter tido uma construção melhor da personagem, narrativamente falando. Ademais, a fotografia desta película é poética, trazendo, para o espectador, muitas sensações a partir dos jogos de luzes e enquadramentos. Destaco, também, o Parth Bhalerao, cujo personagem, Bandya, tem muitas nuances que permitem uma ligação entre aquele que assiste e o personagem. Se, por um lado, temos o silêncio de Chinmay, por outro lado, temos a fala desenfreada de Bandya.
Tempos bons e mágicos que ele nunca mais esquecerá depois de adulto. É a magia dos grandes amigos e descobertas. Lindo e tocante!