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Data de lançamento
7 Set. 2018Duração
O filme mostra a trajetória de Kusama nos anos 50 e 60, quando lutou a favor do maior espaço das mulheres na arte – até então um segmento onde os homens prevaleciam. Além disso, o longa também resgata a relação da artista com sua mentora, Georgia O'Keeffe.
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Um fascinante retrato de uma artista completamente fora dos padrões mas que conseguiu o reconhecimento, ainda que tardio, para sua obra. Confesso que quando vi sua exposição aqui no Tomie Ohtake não me impressionei, mas conhecendo e lendo um pouco mais sobre sua obra sua genialidade me despertou. E hoje sou fã. Belo filme que capta com imagens poderosas o universo da artista.
Uma artista prolifica e estabelecida, com exposições grandiosas nos últimos 20 anos e com um acervo bem disseminado por todo mundo. Graças as mídias sociais a maioria conhece seu estilo. Mas a obra dela com certeza faz muito mais sentido depois dessa breve biografia e introdução ao seu trabalho. Também e possível entender bem as influencias e razoes pelas quais o trabalho de Yayoi foi se desenvolvendo ao longo de sua carreira e a necessidade da artista de trabalhar e se expressar de certa forma durante certas etapas em sua carreira. Uma artista inovadora que rompeu muitas barreiras ao longo de sua carreira e exerceu grande influencia em artistas ja renomados. Me agradou muito a forma como trataram o processo criativo e a razão de sua obra - para compartilhar seus pensamentos obsessivos e repetitivos com o publico. Para quem conhece bem pouco sobre a genialidade Kusama esse documentário e super recomendado.
O documentário retrata a carreira da artista plástica Yayoi Kusama, a mais vendida de todos os tempos e prestes a completar 90 anos, enquanto recorda sua vida e carreira, dentro do hospital psiquiátrico que se tornou sua casa. A descoberta de sua identidade artística - inconfundível para quem já conheceu suas obras -, o sexismo da indústria da arte, cujos curadores - homens, em geral - selecionam trabalhos conservadores também de homens, o posicionamento contrário à Guerra do Vietnã e os reflexos disto no Japão.
Um trabalho interessante que apenas não é melhor porque é curto demais, cerca de 75 minutos, que são reveladores em certos pontos, apesar de perderem a oportunidade de escrutinar mais sua biografada.
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