Dirigido por
Duração
No outono de 1917, a guerra prossegue. A milhas de distância do campo de batalha, a jovem Camille leva uma vida marcada pelas notícias que seu marido manda do front. Um dia ela recebe uma carta em que ele termina com o casamento. Desnorteada e determinada a continuar a qualquer custo, Camille decide se disfarçar de homem para encontrá-lo. Ela segue direto ao front de guerra, cortando caminho pelos campos para evitar as autoridades. Numa floresta, passa por um pequeno grupo de soldados que não suspeita de sua identidade. Ela os segue e assim embarca numa nova vida e, conforme os dias e as noites passam, descobre o que nunca poderia imaginar, o que seu marido nunca lhe contou e o que seus novos companheiros irão evitar lhe mostrar: a verdadeira França.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Em meio à Primeira Guerra (1917), um pelotão de soldados tem o objetivo de chegar com segurança até a Holanda caminhando pelo território francês. Paralelo a isso, uma mulher cansada de esperar notícias de seu marido desaparecido, se disfarça de soldado e se integra nesse pelotão, sem que ninguém desconfie. Não é um filme específico sobre guerra, desses com cenas de batalhas, e sim um drama sobre sentimentos dos envolvidos, com uma narrativa mais lírica arriscando até alguns momentos musicais dos personagens. Mas cá entre nós, ouvindo o soldado falar, fica difícil não perceber a voz feminina, faz de conta que os soldados acreditam na masculinidade do personagem.
Filme que vai ganhando força no decorrer da história.É lindo visualmente,os lugares visitados pelos personagens são belíssimos e a força de vontade da protagonista consegue nos encher de esperança por sua conquista.
São poucas batalhas de Guerra,mas não deixa de ser um bom filme no gênero.
Achei lindo esse filme. Toda a poesia envolta nele é muito bem introduzida e as cenas com música foram muito bem executadas. Senti-me sugado do início ao fim na sala de cinema. As expressões de cada soldado eram tão únicas, que eu consegui entender a individualidade de cada um. O único problema, ao meu ver, foi o final, que ficou idealizado demais
(ainda que a representação dos desertores como estrelas foi uma ideia muito interessante)
"Os desertores da guerra têm suas próprias razoes".
why, lord, why