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Duração
Matriarcas se reúnem em torno de um tear, uma técnica pré-hispânica preservada por mulheres indígenas da Mesoamérica. Desdobrando-se como uma tecelagem de figuras e gestos que compõem este trabalho, o filme circula entre um espaço doméstico, um museu arqueológico e uma cooperativa de tecelões.
Produzido no Laboratório de Etnografia Sensorial de Harvard (Leviathan, Manakamana), este filme mergulha em um universo matriarcal e pinta um rico retrato da independência feminina. Explorando uma arte ancestral, La Libertad desafia nossa ideia de liberdade.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Depois do deslumbramento extremo perante SOL NEGRO, deparo-me com este média-metragem mais direcionado, em termos de concatenação histórico-antropológica, no que tange à celebração do empoderamento artesanal feminino, em termos de condução dos fios da própria vida. Neste sentido, o depoimento do pintor que também reluta em casar-se soa um tanto competitivo, em termos de conjunção temática. Seus quadros são belíssimos, pungentemente eróticos, inclusive. Para além da beleza dos depoimentos e imagens, algo na realização soa vago, no sentido de que havia um objetivo geral de seus intentos directivos/documentais. Mais é muito bonito: Laura Huertas Millán é uma autora a se prestar muita atenção! (WPC>)