Nobre florentino se apaixona por bela dama casada em um balneário e decide seduzi-la passando-se por um médico e leva-la a um tratamento com a planta afrodisíaca a mandragora.
Co-produção ítalo-francesa indicada ao Oscar de melhor figurino em preto e branco. Esta comédia foi baseada na peça homônima do século XVI do autor italiano Niccolò Machiavelli (1469-1527), há muito banido. Houve outras 2 versões feitas para a TV: a iugoslava Mandragola (62) e a alemã Mandragola (74). As locações foram em Urbino, Marcas, Piazza San Pellegrino, Viterbo, e Lazio, na Itália.
Eles vão precisar da tal da mandrágora (uma erva que torna as bruxas invisíveis como unguento e como bebida dá fertilidade às mulheres) para se aproximar da beleza porque Maquiavel acreditava que era honesto e não superticioso alcançar os favores de uma bela mulher através "de filtros" e suportes metafísicos, lidos com uma droga, do que apenas pelos encantos de um cavalheiro de intenções duvidosas.
As virtudes do filme incluem uma adesão ao diálogo espirituoso e mordaz de Maquiavel; suas falhas incluem a liberdade da câmera para percorrer o vestiário das damas. Destaque para a beleza descomunal de Rossana Sciaffino (1939-2009) e do veterano Totò (1898-1967).
Co-produção ítalo-francesa indicada ao Oscar de melhor figurino em preto e branco. Esta comédia foi baseada na peça homônima do século XVI do autor italiano Niccolò Machiavelli (1469-1527), há muito banido. Houve outras 2 versões feitas para a TV: a iugoslava Mandragola (62) e a alemã Mandragola (74). As locações foram em Urbino, Marcas, Piazza San Pellegrino, Viterbo, e Lazio, na Itália.
Eles vão precisar da tal da mandrágora (uma erva que torna as bruxas invisíveis como unguento e como bebida dá fertilidade às mulheres) para se aproximar da beleza porque Maquiavel acreditava que era honesto e não superticioso alcançar os favores de uma bela mulher através "de filtros" e suportes metafísicos, lidos com uma droga, do que apenas pelos encantos de um cavalheiro de intenções duvidosas.