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Parafraseando uma canção popular mexicana, que diz: “A perdição dos homens são as mulheres”, o mestre mexicano Arturo Ripstein criou essa brilhante comédia de humor negro. Mas não são apenas as mulheres que levam o protagonista da história à morte, mas também o beisebol, sua outra paixão. O roteiro se desenvolve com o morto em cena, assassinado por engano. Mesmo depois da morte, o homem não encontra a paz, pois seu corpo é disputado pateticamente pelas duas mulheres e por seus assassinos. Um tratado sócio-antropológico do povo mexicano pela maneira como aborda temas como o humor, a relação com a comida, a convivência com a morte. Premiado com a Concha de Ouro do Festival de San Sebastian/2000, na Espanha.
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Co-produção do México e da Espanha que venceu 2 Kikitos no Festival de Cinema de Gramado, incluindo o de melhor filme latino. Conhecido como "A perdição dos homens", em preto e branco, Neste humor negro surreal,
duas mulheres compartilharam suas vidas com o mesmo homem. Ele morre depois de receber uma surra brutal por parte de seus companheiros de equipe de beisebol e, a partir deste momento, as complicações começam. As duas mulheres se enfrentam para obter o corpo de seu amado e discutem como ambas querem enterrá-lo. Neste ponto, os emaranhados e mal-entendidos estarão acontecendo como os duas expõem suas opiniões em particular sobre a morte inesperada. A cena inicial do espancamento da vítima é brutal. Talvez, por isso, o filme tivesse sido produzido sem cores. As duas namoradas do falecido lutam por seus restos na delegacia. Um arremesso de moeda resolve o conflito.
Realmente, um tratado socio-antropologico da sociedade mexicana. Onde a paixão seja por mulher ou por esporte é levada até as ultimas consequencias... "A perdição dos homens são as mulheres" diz a canção popular mexicana. Recomendo.
Começou bem, mas depois... nada a ver!!!