Dirigido por
Duração
Dino (Bem Gazarra) é um desenhista cinquentão de quadrinhos, mora em uma vila em Trieste e conhece Nicole (Ornela Mutyi), uma garota de uns vinte anos, após salva-la de um afogamento, na qual se apaixona loucamente. Dino acaba entrando num universo misterioso, pois a garota aparece e desaparece de sua vida.
Drama italiano com a eterna musa Ornella Muti, Ben Gazzara (do excelente Storie di Ordinaria Follia) e participação da Mimsy Farmer (4 Mosche di Velluto Grigio). Boa trilha. A mulher se afogando (Nicole). O desenhista Dino. O relacionamento entre eles. Os "joguinhos". A cena do restaurante. O mistério em torno da Nicole. As mentiras. A investigação. O tratamento. A paixão. As cartas. O ataque na clínica. A revelação (pro Dino). A tentativa de fuga. A aceitação do relacionamento. Bom final (inusitado). Gostei.
Assisti no cineclube Oscarito nós anos 80, um período em que estava vivendo uma situação parecida com a do filme. Talvez por isso esse filme tenha m tocado muito.
o subestimado roteirista e diretor Pasquale Festa Campanile,a insistente e bela música tema de Riz Ortolani,e sinceramente uma Ornella Muti mais bela do q nunca,não me recordo de um filme onde ela esteja tão maravilhosa,..mistura perfeita para um grande filme.
“Onde o amor termina, a loucura começa”
Esse é o tipo de filme que não se faz mais nos dias de hoje. Possui aquele jeito clássico de contar a história e que o diretor fazia questão de exaltar e venerar a atriz em cena; no caso aqui a estonteante Ornella Muti. Os tempos realmente mudaram mas uma coisa ainda permanece: o amor e a loucura que andam juntos desde sempre, cegando-nos e enviesando-nos em caminhos tão longe da superfície e da sobriedade.
Trieste deve ter alguma coisa. Vi no cinema em Portugal Julia e Julia que é um filme absolutamente bizarro. Este segue o mesmo caminho. E pra culminar tem a história de Giácomo Joyce, o livro autobiográfico de Joyce quando leciona inglês lá. Pra não falar das obras de Svevo. É como a cidade: um filme chato e encantador