Últimas opiniões enviadas
Slasher polonês dirigido e escrito por Dawid Torrone (esse é seu primeiro longa).
Boa fotografia (lembra Bava/Argento). Boa trilha. Boas atuações. Boa arte. Bom gore.
Atmosfera sombria. Clima estranho e claustrofóbico. O conceito e a estética lembram muito o clássico italiano Opera (1987) (E não só isso... Quem for fã do giallo do Argento vai ter uma bela surpresa).
O filme é dividido em 6 capítulos (Morte aos Escolhidos, Primeira Oferta, Unha Ensanguentada, O Rugido de uma Motosserra, A Esperança Morre por Último e Noite Silenciosa).
O visual do assassino é muito f*da (máscara original e icônica).
Um grupo de atores (e um diretor) vão ensaiar uma peça em um teatro antigo, onde um assassino misterioso começa a matar um por um.
As cenas das mortes são muito bem feitas.
A sequência da mulher dançando e fumando pelo local é cinema.
O final é inesperado e surpreendente, deixando o caminho aberto para uma sequência.
Enfim... Recomendo pra fãs de terror não comercial.
Gostei tanto, que mesmo sendo de 2025, vou dar uma forçada e colocar ele na minha lista de melhores de 2026.
Terror australiano, dirigido e co-escrito por Daniel J. Phillips.
A jovem Elise passa por uma situação traumática envolvendo fundamentalistas religiosos e 10 anos depois começa a ter episódios estranhos. Para não ser internada em um hospital psiquiátrico, decide tentar se curar enfrentando seu passado.
Enfim... O trailer me convenceu a assistir. A cena de abertura é promissora (que é exatamente o que mostram no trailer), mas essa sensação dura apenas 5 minutos... Tudo que vem depois não funciona (pelo menos pra mim) e o filme vai ladeira abaixo.
Quase dormi assistindo... Muito fraco.
Últimos recados
Eu tava reassistindo hj pandemia filmaço mas q pouca gente curtiu, vc gosta?? Eh de zumbis.
Terror psicológico canadense dirigido e escrito pelo casal Dusty Mancinelli e Madeleine Sims-Fewer.
Com Grace Glowicki, Ben Petrie e participações de Julian Richings (Wrong Turn), Kate Dickie (The Witch) e Jason Isaacs (A Cure for Wellness).
Boa fotografia. Boa trilha. Boas atuações. Atmosfera sombria. Clima estranho e claustrofóbico.
Um casal (Homer e Diana) vai até um centro de trauma isolado (Tréphine). Diana acabou de sair de um coma e busca a melhor recuperação possível.
Lá ela começa uma jornada que mistura alucinações, lembranças do passado e uma realidade que aos poucos se revela insana.
A revelação principal é muito boa (conceito f*da) e funcionou bastante comigo.
Os últimos 10 minutos são bem caóticos e no final, cheguei à conclusão de que tudo é, na real, uma história de amor bem doentia.