Um grupo de atores é convidado a ensaiar no misterioso teatro da família Heissenhoff, renomada dinastia artística. Quando um assassino mascarado começa a persegui-los, o ensaio se transforma em um desesperado jogo de sobrevivência.
Atmosfera sombria. Clima estranho e claustrofóbico. O conceito e a estética lembram muito o clássico italiano Opera (1987) (E não só isso... Quem for fã do giallo do Argento vai ter uma bela surpresa).
O filme é dividido em 6 capítulos (Morte aos Escolhidos, Primeira Oferta, Unha Ensanguentada, O Rugido de uma Motosserra, A Esperança Morre por Último e Noite Silenciosa).
O visual do assassino é muito f*da (máscara original e icônica).
Um grupo de atores (e um diretor) vão ensaiar uma peça em um teatro antigo, onde um assassino misterioso começa a matar um por um.
As cenas das mortes são muito bem feitas.
A sequência da mulher dançando e fumando pelo local é cinema.
O final é inesperado e surpreendente, deixando o caminho aberto para uma sequência.
Enfim... Recomendo pra fãs de terror não comercial.
Gostei tanto, que mesmo sendo de 2025, vou dar uma forçada e colocar ele na minha lista de melhores de 2026.
Giallo polonês que surpreende pela estética e pela violência, não poupando homenagens ao trabalho de Dario Argento em Suspiria e Opera, além de StageFright, de Michele Soavi, tanto na estética quanto na violência explícita.
Ruim demais.
Slasher polonês dirigido e escrito por Dawid Torrone (esse é seu primeiro longa).
Boa fotografia (lembra Bava/Argento). Boa trilha. Boas atuações. Boa arte. Bom gore.
Atmosfera sombria. Clima estranho e claustrofóbico. O conceito e a estética lembram muito o clássico italiano Opera (1987) (E não só isso... Quem for fã do giallo do Argento vai ter uma bela surpresa).
O filme é dividido em 6 capítulos (Morte aos Escolhidos, Primeira Oferta, Unha Ensanguentada, O Rugido de uma Motosserra, A Esperança Morre por Último e Noite Silenciosa).
O visual do assassino é muito f*da (máscara original e icônica).
Um grupo de atores (e um diretor) vão ensaiar uma peça em um teatro antigo, onde um assassino misterioso começa a matar um por um.
As cenas das mortes são muito bem feitas.
A sequência da mulher dançando e fumando pelo local é cinema.
O final é inesperado e surpreendente, deixando o caminho aberto para uma sequência.
Enfim... Recomendo pra fãs de terror não comercial.
Gostei tanto, que mesmo sendo de 2025, vou dar uma forçada e colocar ele na minha lista de melhores de 2026.
Giallo polonês que surpreende pela estética e pela violência, não poupando homenagens ao trabalho de Dario Argento em Suspiria e Opera, além de StageFright, de Michele Soavi, tanto na estética quanto na violência explícita.