Dirigido por
Uma mulher participa de uma cerimônia de cura conduzida pelos Fundamentalist Latter Day Saints (FLDS), com o objetivo de aliviá-la de seus apagões inexplicáveis. Durante a cerimônia, eles involuntariamente liberam o espírito demoníaco de uma bruxa, determinada a se vingar de todos aqueles que a injustiçaram.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
🩸 Diabolic: o terror que vai além do sobrenatural
Diabolic foi um filme que me surpreendeu! Apesar de ter uma narrativa um pouco lenta, ele consegue construir gradualmente uma atmosfera de terror que vai muito além dos sustos. É aquele terror com uma pegada psicológica, em que você precisa prestar atenção aos acontecimentos e tentar entender o que está passando pela cabeça da protagonista, Elise, e por que ela tem esses episódios em que acaba ficando desacordada.
Logo no início, temos uma cena envolvendo uma espécie de ritual, o que desperta a curiosidade e faz com que a gente queira entender o que realmente aconteceu e qual é a relação daqueles acontecimentos com o restante da história. Gosto quando um filme consegue despertar esse tipo de curiosidade e nos faz juntar as peças aos poucos, mesmo que o ritmo seja mais devagar.
Um dos plots que mais me surpreendeu foi o envolvendo o namorado de Elise e a amiga dela. Inicialmente, a impressão que temos é de que eles não se gostam muito, mas, conforme a história avança, percebemos que as coisas não são exatamente como pareciam. Foi uma reviravolta interessante e que eu realmente não estava esperando.
Outro ponto que achei interessante foi a revelação sobre o envolvimento de Elise com outra mulher durante a juventude. Considerando a época e o contexto religioso em que ela cresceu, isso acrescenta uma camada importante à personagem e ajuda a compreender parte dos conflitos que ela carrega. Afinal, não estamos falando apenas de uma história sobre bruxaria e forças sobrenaturais, mas também sobre repressão, culpa, intolerância e os efeitos que tudo isso pode causar na vida de alguém.
Inclusive, uma das coisas de que mais gostei foi justamente o conceito de bruxaria trabalhado no filme. Achei interessante a maneira como esse elemento se conecta à narrativa e contribui para a construção da atmosfera sombria e misteriosa da história.
Na minha interpretação, o terror de Diabolic não está apenas na figura da bruxa, na obsessão ou nos elementos sobrenaturais. Ele também está nas pessoas, no fanatismo religioso e nas estruturas que fazem alguém sentir culpa por seus próprios sentimentos e desejos. Existe algo perturbador na ideia de que, enquanto buscamos um mal sobrenatural, podemos ignorar a crueldade e a opressão que existem nas próprias relações humanas.
No geral, foi uma experiência que me surpreendeu positivamente. Embora o ritmo seja um pouco lento em determinados momentos, gostei da atmosfera, dos mistérios, das reviravoltas e, principalmente, da proposta por trás da história. É um filme que trabalha o terror de uma maneira que vai além do sobrenatural e abre espaço para refletirmos sobre questões bastante humanas.
Não diria que é um filme perfeito, mas foi uma surpresa agradável e uma experiência que valeu a pena para mim!
Diabolic tinha potencial mas preferiu ficar no campo do previsível. Do jeito que está dá pra ver na boa, mas não ficará na memória dos fãs do gênero.
Eu gostei. Não é um filmaço, mas pra media da maioria dos filmes de terror é bom. Tem uma boa atmosfera, e um bom desfecho.
Não desperdicem o precioso tempo de voces com essa porcaria...
Apenas os 5 minutos finais prestam... todo o resto eh uma enrolaçao sem pe nem cabeça..
É uma enrolação danada, além dos já cansativos jumpscares... A história vai se desenrolando de qualquer jeito, inserindo lembranças e um monte de coincidências, na cara de pau e eu detesto isso.
O final é interessante por conta das mortes, mas, não salva o filme... tem até um "quê" de a morte do demônio, mas, passa bem longe!!!