Lady Hyde tem a estética de um eurotrash dos anos 70. Não a toa o diretor do filme, que também interpreta o Dr. Graham, diz que trata-se de uma homenagem aos filmes do Jess Franco. Na verdade é um remake de "She Killed In Ecstasy" do Franco. O ritmo é lento e a trilha sonora clássica é um subterfúgio conhecido para não ter que pagar direitos autorais nas músicas.
O filme passaria despercebido se não fosse pela beleza e atuação hipnótica da Liz Clare, que contribui com generosas cenas de nudez. Um pouco mais de gore e capricho no roteiro e teríamos um filme muito bom.
Lady Hyde tem a estética de um eurotrash dos anos 70. Não a toa o diretor do filme, que também interpreta o Dr. Graham, diz que trata-se de uma homenagem aos filmes do Jess Franco. Na verdade é um remake de "She Killed In Ecstasy" do Franco. O ritmo é lento e a trilha sonora clássica é um subterfúgio conhecido para não ter que pagar direitos autorais nas músicas.
O filme passaria despercebido se não fosse pela beleza e atuação hipnótica da Liz Clare, que contribui com generosas cenas de nudez. Um pouco mais de gore e capricho no roteiro e teríamos um filme muito bom.