Eu poderia assistir aos documentários da Netflix eternamente sem cansar. Last Chance U é um deleite. Você se identifica com os personagens, reais, se simpatiza, fica puto e alegre pelas suas conquistas, coletivas e pessoais. Toma lado, partido, e torce, pro jogo e por suas vidas. Pessoas merecem segundas chances! O documentário é claro em mostrar que erros podem ser convertidos em sucesso, se existe todo um aparato sistêmico para ajudar aquela pessoa em potencial.
Last Chance U (Season 2): Novo time, nova dinâmica.
Tive um certo problema com essa Parte 2, o time é totalmente novo, e com isso tive que tentar simpatizar com os novos meninos, e funcionou o Isaiah Wright têm motivação demais.
O problema do técnico de parar de xingar mais veio à tona, e agora ele busca não fazer mais isso, e a ambientação na cidade onde passa, Mississipi e legal.
Deu uma pena, o último episódio eles lutaram tanto para chegar ali e acontece aquilo, mas é a vida.
A segunda temporada, de certa forma, parece um remake da primeira e isso ocorre pela maneira como eles a constroem. Isso não é um demérito, ainda mais que é uma série documental e ela está atrelada ao que acontece à equipe em seu cotidiano.
Essa impressão de algo repetido também é dada pelas imagens e momentos que a direção resolve apresentar nos episódios - muitas vezes, os mesmos momentos abordados na primeira temporada. Teria sido muito mais interessante em vez de focarem nos treinamentos, já apresentados anteriormente com as mesmas cobranças e as mesmas conversas, focar em questões que cercam os atletas.
Isso foi feito de maneira bem tangencial em alguns momentos, abordando a fé e a política. Não teríamos um resultado melhor se tratassem de assuntos mais comuns e marcantes da vida de um jogador de futebol americano universitário? Já ficou bastante claro os problemas acadêmicos, mas e o uso de drogas (lícitas e ilícitas)? A pressão e a saúde mental? O racismo? A função da mídia? O lado financeiro de não poderem explorar a própria imagem ou lucrar de qualquer forma que for? A ocorrência de delitos (e que fizeram muitos dos jogadores irem para a EMCC)?
Essa é uma temática com muitos pontos que poderiam ter sido abordados, mas o resultado foi uma temporada mais do mesmo no que diz respeito às produções envolvendo futebol americano e apenas em alguns momentos foram além da superficialidade que é ser um atleta universitário. E por ser um documentário, esperava um pouco mais.
Por outro lado, achei legal de eles abordarem a repercussão causada pelo lançamento da primeira temporada; isso acabou dando uma veracidade bem maior, já que a produção, de certa forma, é construída como se houvesse um roteiro.
A série é fantástica. Porém quanto a essa temporada, na minha opinião o técnico Buddy errou feio com Isaiah, e este em contrapartida tem que aprender a respeitar os superiores, embora é algo que precisa ser trabalhado, porque grande parte explodiria como ele. O técnico Buddy é linha dura, porém exagera quando seu ego é ferido, não sabe quando ser enérgico na hora certa e ser inteligente quando necessário, age por impulso constantemente, pode ser um ótimo pai de família, vencedor como técnico, mas mal educado com os jogadores e seus auxiliares; pra mim se fez de bonzinho com Kam porque precisava dele na linha defensiva. Kam Carter pra mim é um mimado, preguiçoso, desrespeitoso, é o tipo de pessoa que se não mudar rapidamente vai fazer merda e se dá mal na vida. É o tipo de jogador que se for pra NFL não saberá lidar com a fama e o dinheiro, no final da vida vai ser um decadente; isto se conseguir se dar bem na Universidade, porque não terá mais a Brittany para mimá-lo e passar a mão na cabeça desse folgado. Mas a INJUSTIÇA foi com De'Andre Johnson, o cara errou, procurou se corrigir, estudou muito, se arrependeu de ter agredido a garota, erro isolado em sua vida....não deu nenhum trabalho para professores e técnicos, excelente jogador, mas a hipocrisia da sociedade quiseram crucificá-lo como se tivesse um erro imperdoável......torço muito para que ele tenha sucesso na Florida Atlantic University, merece uma 2ª chance, garoto bom que em uma bobeira isolada se deu mal. O mesmo sucesso desejo para o Dakota Allen, é outro que merece uma 2ª chance, mostrou que merece, garoto bom que como aquele em momento de bobeira cometeu um erro e se deu mal.
Eu poderia assistir aos documentários da Netflix eternamente sem cansar. Last Chance U é um deleite. Você se identifica com os personagens, reais, se simpatiza, fica puto e alegre pelas suas conquistas, coletivas e pessoais. Toma lado, partido, e torce, pro jogo e por suas vidas. Pessoas merecem segundas chances! O documentário é claro em mostrar que erros podem ser convertidos em sucesso, se existe todo um aparato sistêmico para ajudar aquela pessoa em potencial.
Last Chance U (Season 2): Novo time, nova dinâmica.
Tive um certo problema com essa Parte 2, o time é totalmente novo, e com isso tive que tentar simpatizar com os novos meninos, e funcionou o Isaiah Wright têm motivação demais.
O problema do técnico de parar de xingar mais veio à tona, e agora ele busca não fazer mais isso, e a ambientação na cidade onde passa, Mississipi e legal.
Deu uma pena, o último episódio eles lutaram tanto para chegar ali e acontece aquilo, mas é a vida.
A segunda temporada, de certa forma, parece um remake da primeira e isso ocorre pela maneira como eles a constroem. Isso não é um demérito, ainda mais que é uma série documental e ela está atrelada ao que acontece à equipe em seu cotidiano.
Essa impressão de algo repetido também é dada pelas imagens e momentos que a direção resolve apresentar nos episódios - muitas vezes, os mesmos momentos abordados na primeira temporada. Teria sido muito mais interessante em vez de focarem nos treinamentos, já apresentados anteriormente com as mesmas cobranças e as mesmas conversas, focar em questões que cercam os atletas.
Isso foi feito de maneira bem tangencial em alguns momentos, abordando a fé e a política. Não teríamos um resultado melhor se tratassem de assuntos mais comuns e marcantes da vida de um jogador de futebol americano universitário? Já ficou bastante claro os problemas acadêmicos, mas e o uso de drogas (lícitas e ilícitas)?
A pressão e a saúde mental?
O racismo?
A função da mídia?
O lado financeiro de não poderem explorar a própria imagem ou lucrar de qualquer forma que for?
A ocorrência de delitos (e que fizeram muitos dos jogadores irem para a EMCC)?
Essa é uma temática com muitos pontos que poderiam ter sido abordados, mas o resultado foi uma temporada mais do mesmo no que diz respeito às produções envolvendo futebol americano e apenas em alguns momentos foram além da superficialidade que é ser um atleta universitário. E por ser um documentário, esperava um pouco mais.
Por outro lado, achei legal de eles abordarem a repercussão causada pelo lançamento da primeira temporada; isso acabou dando uma veracidade bem maior, já que a produção, de certa forma, é construída como se houvesse um roteiro.
Que merda de site!
A série é fantástica. Porém quanto a essa temporada, na minha opinião o técnico Buddy errou feio com Isaiah, e este em contrapartida tem que aprender a respeitar os superiores, embora é algo que precisa ser trabalhado, porque grande parte explodiria como ele.
O técnico Buddy é linha dura, porém exagera quando seu ego é ferido, não sabe quando ser enérgico na hora certa e ser inteligente quando necessário, age por impulso constantemente, pode ser um ótimo pai de família, vencedor como técnico, mas mal educado com os jogadores e seus auxiliares; pra mim se fez de bonzinho com Kam porque precisava dele na linha defensiva.
Kam Carter pra mim é um mimado, preguiçoso, desrespeitoso, é o tipo de pessoa que se não mudar rapidamente vai fazer merda e se dá mal na vida. É o tipo de jogador que se for pra NFL não saberá lidar com a fama e o dinheiro, no final da vida vai ser um decadente; isto se conseguir se dar bem na Universidade, porque não terá mais a Brittany para mimá-lo e passar a mão na cabeça desse folgado.
Mas a INJUSTIÇA foi com De'Andre Johnson, o cara errou, procurou se corrigir, estudou muito, se arrependeu de ter agredido a garota, erro isolado em sua vida....não deu nenhum trabalho para professores e técnicos, excelente jogador, mas a hipocrisia da sociedade quiseram crucificá-lo como se tivesse um erro imperdoável......torço muito para que ele tenha sucesso na Florida Atlantic University, merece uma 2ª chance, garoto bom que em uma bobeira isolada se deu mal. O mesmo sucesso desejo para o Dakota Allen, é outro que merece uma 2ª chance, mostrou que merece, garoto bom que como aquele em momento de bobeira cometeu um erro e se deu mal.