No momento em que a cidade de Mosul estava sendo sitiada pelo ISIS em junho de 2014, Reman se encontra segurando a câmera de um celular BlackBerry perante o caos. Sem experiência prévia no cinema, sua filmagem pixelada documenta os primeiros dias da ocupação e reflete um pouco da urgência de um amor recém-descoberto pelo cinema. Na impossibilidade de poder se basear nas confusas narrativas públicas, ela escolhe narrar e dar sentido aos eventos políticos através das memórias de sua mãe sobre a cidade e das mensagens de áudio enviadas diariamente pelos seus primos de Mosul pelo WhatsApp. Ela logo percebe que não pode acompanhar a realidade esmagadora que a cerca e começa a recitar as falas “Não ouço o que estou escutando” para silenciar os sons de uma cidade morrendo.
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