Esse documentário foi feito na época do fim do grupo, que acabou voltando, que não foi novidade para fãs como eu, que já acompanho as parcerias de sucesso do Axwell e do Ingrosso. As melhores partes são, sem dúvida os shows, a emoção do público, que destoa dos bastidores, onde Axwell aparece exausto, Steve está perdido e aéreo e Ingrosso está...grosso com as pessoas. Isso me deixou triste e angustiada, mas acho que a pausa e até o filme serviram para que o trio tivesse a conversa definitiva para continuar a parceria de sucesso.
As melhores cenas são os momentos dos shows, vocês vê toda a energia e grandiosidade que foi esta tour, Larson capturou muito bem esses momentos, assim também como a expressão de cada membro do Swedish House Mafia, dá um ar de nostalgia e ao mesmo tempo saudade, qualquer fã do grupo quando assistir essas cenas irão sai pulando, dançando, delirando e cantando de onde está assistindo.
Não se pode esperar que o filme é uma celebração dos últimos momentos dos 3 amigos tocando juntos, o que mais é mostrado é um lado deprimente por de trás das câmeras, de que como o grupo poderia ter continuado se eles sentassem e conversassem para concertar os pequenos erros que futuramente acabou-se virando uma “bola de neve” acarretando no fim do projeto.
Vemos claramente no documentário que o Axwell era o cara que mais se dedicava e era o mais aberto a falar o que sentia sobre o trio, o Sebastian Ingrosso era o comediante e o Steve Angello era aquele que tinha mais estilo e também o mais afastado do grupo. Em uma parte do filme, eles contam de como se conheceram e um pouco de suas carreiras no começo (essas cenas são mostradas através de animações e são engraçadas por sinal), achei que erraram não terem incluído o Eric Prydz na história, pois apesar de os 3 serem o foco, Prydz já fez parte do grupo.
pergunta que persistia desde o anúncio da separação em 2012 era: “porque o Swedish House Mafia se separou?”. A esperança e o motivo da maioria das pessoas que assistiram o documentário era de que a pergunta fosse respondida, a “grande” decepção deste filme é de que não há uma resposta concreta sobre essa pergunta e isso deixou que os fãs tirassem suas próprias conclusões a respeito do fim do SHM.
A minha conclusão é de que o motivo do desmembramento seria a falta de comunicação entre eles, os 3 preferiram jogar seus problemas debaixo do tapete para evitarem discussões e guerras entres eles e isso foi prejudicando bastante a relação deles, então preferiram acabar com o Swedish House Mafia para preservar a amizade entre eles, há uma cena onde até mostra no teaser que o Ingrosso diz “muitas coisas aconteceram este ano e a verdade é que, nós não somos mais melhores amigos”.
Simplesmente maravilhoso, conta bem a história do trio dos verdadeiros reis do house, tem horas que você fica com o coração apertado, sabendo que eles se separaram que funcionavam muito bem juntos novamente. Mas hoje eles estão indo bem separados, mas com destaque para o Axwell.
Esse documentário foi feito na época do fim do grupo, que acabou voltando, que não foi novidade para fãs como eu, que já acompanho as parcerias de sucesso do Axwell e do Ingrosso.
As melhores partes são, sem dúvida os shows, a emoção do público, que destoa dos bastidores, onde Axwell aparece exausto, Steve está perdido e aéreo e Ingrosso está...grosso com as pessoas. Isso me deixou triste e angustiada, mas acho que a pausa e até o filme serviram para que o trio tivesse a conversa definitiva para continuar a parceria de sucesso.
Gostei bastante desse doc.
excelente .
ótimo!
As melhores cenas são os momentos dos shows, vocês vê toda a energia e grandiosidade que foi esta tour, Larson capturou muito bem esses momentos, assim também como a expressão de cada membro do Swedish House Mafia, dá um ar de nostalgia e ao mesmo tempo saudade, qualquer fã do grupo quando assistir essas cenas irão sai pulando, dançando, delirando e cantando de onde está assistindo.
Não se pode esperar que o filme é uma celebração dos últimos momentos dos 3 amigos tocando juntos, o que mais é mostrado é um lado deprimente por de trás das câmeras, de que como o grupo poderia ter continuado se eles sentassem e conversassem para concertar os pequenos erros que futuramente acabou-se virando uma “bola de neve” acarretando no fim do projeto.
Vemos claramente no documentário que o Axwell era o cara que mais se dedicava e era o mais aberto a falar o que sentia sobre o trio, o Sebastian Ingrosso era o comediante e o Steve Angello era aquele que tinha mais estilo e também o mais afastado do grupo. Em uma parte do filme, eles contam de como se conheceram e um pouco de suas carreiras no começo (essas cenas são mostradas através de animações e são engraçadas por sinal), achei que erraram não terem incluído o Eric Prydz na história, pois apesar de os 3 serem o foco, Prydz já fez parte do grupo.
pergunta que persistia desde o anúncio da separação em 2012 era: “porque o Swedish House Mafia se separou?”. A esperança e o motivo da maioria das pessoas que assistiram o documentário era de que a pergunta fosse respondida, a “grande” decepção deste filme é de que não há uma resposta concreta sobre essa pergunta e isso deixou que os fãs tirassem suas próprias conclusões a respeito do fim do SHM.
A minha conclusão é de que o motivo do desmembramento seria a falta de comunicação entre eles, os 3 preferiram jogar seus problemas debaixo do tapete para evitarem discussões e guerras entres eles e isso foi prejudicando bastante a relação deles, então preferiram acabar com o Swedish House Mafia para preservar a amizade entre eles, há uma cena onde até mostra no teaser que o Ingrosso diz “muitas coisas aconteceram este ano e a verdade é que, nós não somos mais melhores amigos”.
Simplesmente maravilhoso, conta bem a história do trio dos verdadeiros reis do house, tem horas que você fica com o coração apertado, sabendo que eles se separaram que funcionavam muito bem juntos novamente.
Mas hoje eles estão indo bem separados, mas com destaque para o Axwell.