Data de lançamento
24 Junho 2021Duração
Acompanhe a intimidade da Lexa com o marido, MC Guimê, família e amigos. A cantora mostra o processo criativo, os desafios da carreira, as origens do funk e sua história de vida.
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Especialista em estofados. Já testou quase todos da TV Br.
É bacana, mas parece meio desestruturado, sem liga. Dá a sensação muitas vezes que se arruma assunto bobo, que não tem necessidade de ser falado, só pra "encher linguiça".
Bicho, não é possível, toda semana eu me deparo com um documentário tosco de serviço de streaming exaltando alguma subcelebridade do momento. O Brasil é um país com uma enormidade de talentos, mas os serviços de streaming preferem apostar nos números fáceis, nos artistas descartáveis que possuem uma grande quantidade de fãs nas redes, do que naqueles que tem muito dizer.
Adoro a Lexa desde sempre, então esse documentário não acrescentou em nada, e isso me decepcionou. Achei muito superficial, todas as histórias já eram conhecidas do público. Poderiam ter explorado mais, parece tudo picotado e nada se aprofunda. Uma pena.
Eu não sou fã da Lexa (e nem hater), já conhecia ela desde 2015 com o primeiro álbum "Disponível" que vi diversas vezes a venda nas lojas americanas, assim como sabia dos hits e via notícias e músicas relacionadas a ela pela televisão e internet, mas sempre foi assim acompanhando a carreira dela por fora e achei incrível dela apresentar sua história, tanto seu lado familiar quanto a sua entrada no movimento do funk feminino, porquê eu pensei que seria contando somente a partir de 2019 quando o seu EP "Só depois do carnaval" estourou de sucesso, como a Gloria Groove mesmo fala que a Lexa renasceu.
É muito bom esse choque de realidade que é apresentado, ela é formada em marketing e sabe muito bem comentar sobre como é feito um trabalho, são muitas pessoas envolvidas, muitas vezes os fãs cobram muito de vários artistas e não aceitam que para uma música ser promovida ou entrar no projeto não depende só do artista, têm toda uma equipe por trás que fez essa gestão. Além da história do INPI que é muito boa também, me fez lembrar aquela cena inicial do clipe "Então Toma" do Emicida contando uma história bem parecida com o Criolo.
Apesar de serem só cinco episódios e serem bem curtinhos é muito bem estruturado, não fica cansativo, e sim, o documentário trás algumas cenas que se repetem, porém convém por não poderem ter gravado muito devido ao momento atual do covid.
Achei surpreendente e espero que tenha uma nova temporada em breve.