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Data de lançamento
21 Set. 2018Duração
A parte da vida de Gilda Radner que o público não teve o privilégio de conhecer: relacionamentos, sucesso, fama e até um câncer no ovário. Gravações pessoais raras, páginas de diário e depoimentos de amigos e admiradores, como Amy Poehler, Cecily Strong e Lorne Michaels, são mostrados, funcionando como um tributo à comediante do Saturday Night Live.
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Conhecia Gilda Radner apenas como “a esposa do Gene Wilder”, mas o documentário Love, Gilda trouxe muito mais à tona. Foi uma descoberta recente que revelou uma mulher muito além desse rótulo, uma força luminosa que encantou palcos e corações, mesmo enquanto lutava com seus próprios demônios invisíveis. Entre a graça de seus personagens e a vulnerabilidade da sua vida, o documentário mostrou uma alma sensível e brilhante, que mesmo marcada pela tristeza e pela doença em seu final, nunca perdeu a ternura nem o brilho no olhar. É um retrato imperfeito, mas cheio de afeto, que nos lembra que o riso pode ser o abrigo mais delicado diante da tempestade. Para quem, como eu, a descobre agora, fica o convite para se encantar com essa beleza na imperfeição.
Contado nas palavras da própria Gilda e com depoimentos de personagens que cruzaram seu caminho - inclusive aquelas que inspirou e cujo caminhou ajudou a abrir - , este é um documentário biográfico sobre uma atriz e comediante alegre e vibrante, cuja vontade de permanecer criança - no bom sentido da palavra - traduzia-se na maneira com que fazia (e se fazia) sorrir.
A biografia tem também uma mensagem importante sobre distúrbios alimentares, como estes são gestados na infância, às vezes por nossos próprios familiares - e continuam conosco por toda nossa vida, e o modo para lá de positivo com que Gilda enfrentou o câncer.
P. S.: Tem uma cena após os créditos.
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