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O filme expõe, por meio de depoimentos de vítimas, familiares e imagens de acidentes, a tragédia diária do trânsito de São Paulo, que chega a matar todos os anos mais do que guerras e desastres naturais. Ao buscar todas as facetas deste tema, o diretor ouviu especialistas em trânsito, médicos, psicanalistas, jornalistas, juristas, políticos e cidadãos comuns. Entre os participantes do documentário destacam-se Ricardo Young, Gilberto Dimenstein, Heródoto Barbeiro, José Gregori, Floriano Pesaro e Rafael Baltresca, que perdeu a mãe e a irmã atropeladas e hoje segue na luta com o movimento Não Foi Acidente.
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Muito bom documentário , um choque de realidade . =(
Legalzin o filme. Pena que no final se torna uma campanha completamente fora de formato e etc.
"E é por essas e outras que Luto em Luta e os movimentos Viva Vitão e Não Foi Acidente merecem aplausos e amplo reconhecimento público: o lema 'Não espere perder um amigo para mudar sua atitude no trânsito' é de uma relevância ímpar e precisa ser divulgado em caráter de extrema urgência. Se cada espectador acolher a vivacidade da mudança de fotografia entre a segunda e a terceira parte do documentário - quando o luto dos idealizadores e entrevistados é transformado em luta -, a realidade bárbara do trânsito brasileiro de fato poderá ser revertida."
" Pedro Serrano era amigo de Vitor Gurman e sua obra está totalmente relacionada com sua perda. O filme não é exatamente um documentário jornalístico, mas sim uma homenagem e um convite à luta. A importância deste documentário ao público brasileiro é indubitável. Ele lembra muito o filme “Luto à Luta”, que segue a mesma estrutura e estética, porém este último discute a síndrome de down na sociedade brasileira, a fim de quebrar estigmas e preconceitos para propor soluções, que são mais fáceis do que parecem. Também é esta a ideia de Pedro Serrano com seu trabalho: tentar conscientizar as pessoas das tragédias que a imprudência no trânsito pode causar. Como o próprio filme conclui que a saída para o caos no trânsito é a educação, talvez assisti-lo seja o primeiro passo."
Crítica: