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Este documentário da HBO mostra a luta de quatro jovens mulheres contra a anorexia: Brittany, de 15 anos quer ser magra para ganhar aceitação de seus colegas, sua mãe também sofreu de distúrbios alimentares; Shelly, de 25 anos, tem combatido a anorexia por seis anos, e chegou ao Renfrew (instituição em que é gravado o documentário) com uma sonda de alimentação cirurgicamente implantada em eu abdome; Alisa, de 30 anos, vomita compulsivamente; e Polly, de 29 anos, está há anos oscilando entre tratamentos e recaídas, freqüentemente burla as regras e os procedimentos da instituição. A câmera segue essas quatro mulheres em lugares nunca antes filmados: em sessões de terapia individual e em grupo, durante as tortuosas horas das refeições, pesagens bem cedo, discussões quentes com os funcionários, e tensos encontros com os familiares. Seguindo suas histórias, descobrimos que a luta de cada uma dessas mulheres para se recuperar é única. Algumas irão sabotar o tratamento; outras caminharão significativamente; e ainda outras vão progredir mas descobrir que seus planos de saúde não cobrirão os longos tratamentos que elas realmente precisam para ficarem bem. O que fica é um retrato de uma patologia que é desoladora em sua complexidade e devastação na dor que causa àqueles acometidos por ela e em seus cuidadores.
Curto e grosso, THIN oferece uma experiência e uma viagem emocional pelo mundo dos distúrbios alimentares e, ultimamente, prove um melhor entendimento da complexidade da doença: que não é simplesmente uma questão de comida ou imagem corporal ou auto-estima, mas um nó de saúde mental, pessoal, familiar e cultural.
Premiações:
British Film Institute Awards
2006 - Grierson Award - Lauren Greenfield
Emmy Awards
2007 - Outstanding Directing for Nonfiction Programming - Lauren Greenfield (Indicada)
Jackson Hole Film Festival
2006 - Cowboy Award Best Documentary Film -Lauren Greenfield
Sundance Film Festival
2006 - Grand Jury Prize - Documentary - Lauren Greenfield (Indicada)
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Depois de ver o depoimento da Alisa sobre um episódio de distúrbio alimentar eu realmente entendi o que é.
Documentário muito interessante que achei aleatoriamente na HBO.
Shelly é diretora de Enfermagem especializada em transtornos por uso de substâncias e cuidados primários e tem uma década de experiência em desintoxicação médica e tratamento residencial.
Polly se mudou para Chattanooga depois de deixar Renfrew, voltou para a escola para estudar fotografia e estava administrando um estúdio no momento do lançamento do filme. Ela morreu em sua residência em 8 de fevereiro de 2008 devido a uma overdose de pílulas para dormir. Acredita-se que a morte dela tenha sido um suicídio.
Brittany agora está totalmente recuperada e mãe de três filhos.
Alisa se recuperou de seu transtorno alimentar e começou a trabalhar como professora.
Um tópico extremamente sensível, e o desconforto de todos os envolvidos conseguiu ser plasmado para o espectador, missão cumprida. Sinto muito pelas meninas. Tristeza por saber também como estão hoje.
Que triste realidade...26/04/23.
Algumas questões que achei muito bizarras:
1. Tatuador completamente sem noção falando para elas não engordarem quando acabaram de falar que estão tratando anorexia. Ah, vá tnc!
2. Uma funcionária que fala “isso aí, fez como um homem”, como um elogio. Bem 2006 realmente.
3. A expulsão da Polly não sei se foi feito de maneira correta. Parecia um desastre prestes a acontecer.
4. Pesquisei muito sobre a Brittany e ela está viva, sim.