Em cada fórum de cinema indiano que eu visitava, encontrava Mahanati em posição de destaque nas listas de Top 10. Como se isso não fosse suficiente, o filme tem uma aceitação altíssima no IMDb (8,4) e no Prime Video. Somando isso à minha vontade de mergulhar mais no universo de Bollywood/Tollywood, não preciso dizer que eu esperava algo, no mínimo, acima da média. Contudo, conforme a história foi se desenvolvendo, me perguntava cada vez mais como ele atingiu tal prestígio. A trama é dividida em dois núcleos: em um deles, a jornalista incumbida de cobrir a história de uma grande estrela (que, estava em coma) e que, paralelamente, enfrenta dramas profissionais e pessoais. No outro, acompanhamos o desenvolvimento de Mahanati, da infância até seus últimos dias. É divertido ver seus primeiros passos: da criança extrovertida à jovem determinada a se tornar uma estrela. Porém, o filme perde ritmo quando ela já está inserida na indústria. Há cenas extensas dos filmes da personagem que pouco agregam à narrativa. As sequências musicais, características de Bollywood/Tollywood e que eu normalmente adoro, desta vez não contam nada nem servem como recurso narrativo para o desenvolvimento da trama. Diria ainda que o filme peca ao ser “chapa-branca”. Mais de uma vez me peguei questionando se determinada ação do núcleo central não seria um crime, quando, na tela, era mostrada como um ato de genuína bondade. Pode ser que Mahanati tenha um significado maior para a comunidade indiana, que viveu de perto o que foi mostrado, ou talvez eu simplesmente não o tenha visto no momento certo. De todo modo, Mahanati foi uma grande decepção, mas seguimos na maratona de cinema indiano.
Em cada fórum de cinema indiano que eu visitava, encontrava Mahanati em posição de destaque nas listas de Top 10. Como se isso não fosse suficiente, o filme tem uma aceitação altíssima no IMDb (8,4) e no Prime Video. Somando isso à minha vontade de mergulhar mais no universo de Bollywood/Tollywood, não preciso dizer que eu esperava algo, no mínimo, acima da média.
Contudo, conforme a história foi se desenvolvendo, me perguntava cada vez mais como ele atingiu tal prestígio.
A trama é dividida em dois núcleos: em um deles, a jornalista incumbida de cobrir a história de uma grande estrela (que, estava em coma) e que, paralelamente, enfrenta dramas profissionais e pessoais. No outro, acompanhamos o desenvolvimento de Mahanati, da infância até seus últimos dias. É divertido ver seus primeiros passos: da criança extrovertida à jovem determinada a se tornar uma estrela.
Porém, o filme perde ritmo quando ela já está inserida na indústria. Há cenas extensas dos filmes da personagem que pouco agregam à narrativa. As sequências musicais, características de Bollywood/Tollywood e que eu normalmente adoro, desta vez não contam nada nem servem como recurso narrativo para o desenvolvimento da trama.
Diria ainda que o filme peca ao ser “chapa-branca”. Mais de uma vez me peguei questionando se determinada ação do núcleo central não seria um crime, quando, na tela, era mostrada como um ato de genuína bondade.
Pode ser que Mahanati tenha um significado maior para a comunidade indiana, que viveu de perto o que foi mostrado, ou talvez eu simplesmente não o tenha visto no momento certo.
De todo modo, Mahanati foi uma grande decepção, mas seguimos na maratona de cinema indiano.