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Em 1974, quando as Torres Gêmeas em Nova York haviam sido recém-inauguradas, um homem cometeu ali um crime. Para muitos, "o maior crime artístico do século". O nome do criminoso era Philippe Petit, que de forma ousada, arriscada e perigosa subiu ao topo de um dos edifícios mais altos de Manhattan para atravassar de um prédio ao outro equilibrando-se num cabo de aço. Este documentário mostra cenas reais da época, misturando atores reencenando todo o plano arquitetado por Philippe Petit.
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Visto em 9/11/2025
O que ele fez é algo único no mundo é isso é incrível, é o documentário sabe explorar bem o planejamento é as dificuldades ao longo do caminho, é o momento ele que percebe que consegui é algo fantástico. O documentário me passou uma sensação muito parecida quando assistir Free solo, uma liberdade que tem seu preço.
Assistir "O Equilibrista" um dia depois do "aniversário" de 20 anos do ataque às Torres Gêmeas foi uma grande coincidência, se é que elas existem.
O documentário nos dá uma visão lúcida e lúdica do caminho percorrido para alcançar sonhos e objetivos almejados.
"Por quê?"
Porque às vezes são eles que nos levam pra frente. E quando queremos uma coisa, nada é impossível.
Philippe Petit é um herói moderno. E seus amigos são inestimáveis.
"Um sonho sonhado sozinho é um sonho. Um sonho sonhado junto é realidade."
Philippe Petit é um personagem e tanto. Seus amigos são figuras raras. Annie fala com um entusiasmo visível sobre o tempo vivido ao lado do acrobata. A jornada vivida por todos eles é mesmo cinematográfica – tanto que vários dos momentos do planejamento da ação no World Trade Center foram reencenados, para o documentário, por uma equipe de atores. No final, a obra acaba sendo um belíssimo retrato de como é importante se persistir no sonho e que o trabalho duro e árduo dá seu resultado!
Como eu não tinha visto esse documentário antes????
“E eles me perguntam algo totalmente americano: “por que?”. Não há um porque. O porque não importa”.