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Data de lançamento
16 Set. 2015Duração
1921, início da década de ouro dos anos 20. Não longe de Paris. É dia de festa no castelo de Marguerite Dumont. Ninguém sabe muito sobre esta mulher, exceto o facto de ser rica e de ter dedicado toda a vida à sua grande paixão: a música. Marguerite canta. Canta com toda a sua alma, mas terrivelmente desafinada. Marguerite tem vivido esta paixão dentro da sua concha e o público hipócrita, sempre presente para uma boa gargalhada, age como seu ela fosse a Diva que pensa ser. Quando um jovem jornalista provocador decide escrever um artigo entusiástico sobre a sua última performance, Marguerite começa a acreditar ainda mais no seu talento. Isso dar-lhe-á a coragem de que necessita para seguir o seu sonho.
O filme baseia-se vagamente na vida de Florence Foster Jenkins.
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Personagem extremamente dócil e de uma simpatia tremenda.Catherine Frot no trabalho de sua vida.
>Assistido em 17 de Março de 2026
Outro filme francês de extrema qualidade, a atriz central pouco conhecia e me encantou com sua interpretação, essa versão mesmo sendo a mesma história, se diferencia bem da versão americana tão sublime quanto que é de Meryl Streep. Esse tem um tom mais dramático, tudo bem sutil e com uma fotografia mais densa.
Marguerite - França- 2015 - visto no dia 27.08.20
Um filme reflexivo, cruel, tbm triste do começo ao fim. Difícil não sentir vergonha alheia em relação a protagonista Marguerite, muito bem interpretada pela veterana (Catherine Frot) na qual já vi outros trabalhos formidáveis. Enfim, a história do longa é baseado em fatos reais, pois realmente a pessoa existiu, nesse ponto é interessante imaginar, estudar os acontecimentos reais. O filme tem um grande elenco incluindo os coadjuvantes. Tem belas locações, cenários, fotografia esplêndida, cores vivas, retrato de alguma época que eu gosto. Só a trama penso que foi arrastada, uma parte ou outra cansativa, bem simples, mas que nos traz uma realidade nua e crua:
Que o ser humano quando quer, ele consegue ser muito mal.
questão do marido, até entendo, pois ele conhece ela, sabe que ela se destruiria se realmente soubesse a verdade.
aproveitadores, mentirosos
ingenuamente
quando diziam que ela tinha uma certa qualidade vocal
Ela viveu seu sonho, desligou o seu cérebro da realidade enquanto cantava, quando foi despertada pela 'realidade' da sua voz gravada, ela teve um piripaque, um choque que afetou profundamente,
Nota: 7,5
kkkkkk a Marguerite muito sem noção, gosto tanto da Catherine Front em cena.
O duro é que eu vi o filme da Florence Foster Jenkins antes deste, e é a Meryl Streep quem faz a protagonista. Aí foi difícil lidar com esse parâmetro.
A sequência final, no entanto, tem uma gravidade toda europeia, não?
O sacrfício pela arte é um ideal que parece casar melhor com os ideais artísticos europeus. Fiquei, portanto, com a impressão de que a solução do desfecho americano (diluir num humor com fundo otimista) estabelece um abismo entre o 'Marguerite' e o 'Florence'.