Marie-Jo (Ariane Ascaride) é casada com Daniel (Jean-Pierre Darroussin). Embora continue apaixonada pelo marido, inicia um caso extraconjugal com Marco (Gérard Meylan). A partir disso, Marie-Jo se vê diante de um dilema: está igualmente apaixonada por dois homens. Angustiada, resolve deixar sua casa por um tempo, para morar com Marco. Apesar do sofrimento, Daniel resolve esperá-la. Porém, Marie-Jo é eternamente indecisa e adia sua decisão por tempo indeterminado, até que a vida se encarregue de fazer isso por ela. Participou da Competição do Festival de Cannes 2002.
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A vida como ela é!
Marie Jo é casada e feliz por mais de 30 anos, tem uma filha que acabou de entrar na faculdade e ganhou de aniversário seu nome escrito num barco pelo seu marido, mas Marie Jo está desequilibrada. Ela tem um amante.
Este é o terceiro trabalho que eu vejo desse diretor e todos eles com a ótima Ariane Ascaride que também é esposa do diretor. E o que mais impressiona nos filmes do Robert Guédiguian é a naturalidade que ele trata suas histórias.
"Gostaria que um homem só, satisfizesse meu coração. Quando se ama dois homens, ele se esvazia. Amar um só, fortalece. Amar duas pessoas o enfraquece. Você não pode saber o quanto"
O mais incrível é que Marie Jo sabe que não está fazendo as coisas certas, mas decide não apenas levar o caso adiante mas faz questão de dizer ao marido que existe outra pessoa.Ela prefere se abrir e mostrar aonde dói. Me surpreendi com o filme e me emocionei com aquele final.
Eu gostei.
Eu não o veria de novo, mas não é ruim...também não é grande coisa...