Um jovem que não sabe o que fazer com sua vida é violado em casa por duas lésbicas que desejam desesperadamente ter um filho. No entanto, suas vidas já estavam entrelaçadas muito antes do evento violento.
A ideia das lésbicas abusarem de um cara mostra uma perspectiva super machista sobre o que ser lésbica e querer ter um filho. Segundo que apesar do filme ter uma ideia interessante, é muito conflito para se resolver em 80 minutos, personagens rasos que vão do nada para lugar nenhum e aquela afirmação de que a masculinidade é algo frágil, que homem é abusado por uma mulher entra em sofrimento não por ser abusado, mas, em querer criar o filho. Achei meio que esquisito demais. Uma dramaticidade que não existe em todos os personagens, por mais que tentem ser dramáticos e impactar, acaba que parece que todo mundo decorou o texto e repetiu as falas como se fosse um robô. A cena dele fechando o piano é até legalzinha, creio que deveria ter explorado sob outro ângulo, aprofundar na angustia dos personagens, melhor: desenvolver os personagens... o filme acaba e você fica: Ahn? Só isso?
Fora isso, é um filme apenas esquecível. Super indico, claro que não é a mesma ideia do filme em certos pontos, mas, em outros apresenta uma temática parecida: Minhas mães e meu pai.
As vezes o cine argentino mostra que também pode ser ruim! Um filme fraco, onde uma boa ideia não é bem desenvolvida e o final do filme vc pensa: é só isso? Nota 4,0.
Eu achei as atuações fracas e nada convincentes, mas com uma explicação que li, sobre ser a adaptação de uma peça teatral para o cinema, talvez justifique as atuações. No mais, é um filme com um enredo no mínimo inusitado, não há profundidade nos personagens. É tudo muito raso e o final achei meio previsível.
A habilidade dramática do cinema argentino é criativa, desde que não esbarre na linha do sentir.
Primeiro que,
A ideia das lésbicas abusarem de um cara mostra uma perspectiva super machista sobre o que ser lésbica e querer ter um filho.
Segundo que apesar do filme ter uma ideia interessante, é muito conflito para se resolver em 80 minutos, personagens rasos que vão do nada para lugar nenhum e aquela afirmação de que a masculinidade é algo frágil, que homem é abusado por uma mulher entra em sofrimento não por ser abusado, mas, em querer criar o filho. Achei meio que esquisito demais. Uma dramaticidade que não existe em todos os personagens, por mais que tentem ser dramáticos e impactar, acaba que parece que todo mundo decorou o texto e repetiu as falas como se fosse um robô. A cena dele fechando o piano é até legalzinha, creio que deveria ter explorado sob outro ângulo, aprofundar na angustia dos personagens, melhor: desenvolver os personagens... o filme acaba e você fica: Ahn? Só isso?
Fora isso, é um filme apenas esquecível. Super indico, claro que não é a mesma ideia do filme em certos pontos, mas, em outros apresenta uma temática parecida: Minhas mães e meu pai.
As vezes o cine argentino mostra que também pode ser ruim! Um filme fraco, onde uma boa ideia não é bem desenvolvida e o final do filme vc pensa: é só isso? Nota 4,0.
Esperava mais.
Visto em 26/09/18
Eu achei as atuações fracas e nada convincentes, mas com uma explicação que li, sobre ser a adaptação de uma peça teatral para o cinema, talvez justifique as atuações. No mais, é um filme com um enredo no mínimo inusitado, não há profundidade nos personagens. É tudo muito raso e o final achei meio previsível.