O preconceito cotidiano está escancarado no filme de Carla Villa-Lobos; a vida da protagonista Jéssica não é fácil se arriscando todos os dias nos vagões do metrô do Rio de Janeiro vendendo sua mercadoria, mas apesar de tudo ela se mantém firme. É na arte da poesia da periferia que MC Jess faz seu nome e sua autenticidade. Alternado por relatos reais, a história da personagem de Carol Dall Farra é a representação de mulheres que apesar dos obstáculos, se encontram em meio a arte.
O que mais me chocou nesse filme foi saber, ao final da sessão, que se trata de uma ficção e não de um documentário. Ao acompanharmos o cotidiano de MC Jess, fiquei tão imerso pela atuação exepccional e natural da protagonista, que acreditei que fossem cenas reais. Enfim, é um filme excelente, muito bem dirigido e a forma como foi demonstrada essa realidade (da mulher negra, lésbica, favelada e rapper) não podia ter sido melhor.
Gostaria de ver esse curta... Ocorreu uma sessão de mostra na minha cidade mas não pude ir. Se alguém souber onde posso assistir, me envie porfi!
O preconceito cotidiano está escancarado no filme de Carla Villa-Lobos; a vida da protagonista Jéssica não é fácil se arriscando todos os dias nos vagões do metrô do Rio de Janeiro vendendo sua mercadoria, mas apesar de tudo ela se mantém firme. É na arte da poesia da periferia que MC Jess faz seu nome e sua autenticidade. Alternado por relatos reais, a história da personagem de Carol Dall Farra é a representação de mulheres que apesar dos obstáculos, se encontram em meio a arte.
MC Jess é blues.
O que mais me chocou nesse filme foi saber, ao final da sessão, que se trata de uma ficção e não de um documentário. Ao acompanharmos o cotidiano de MC Jess, fiquei tão imerso pela atuação exepccional e natural da protagonista, que acreditei que fossem cenas reais. Enfim, é um filme excelente, muito bem dirigido e a forma como foi demonstrada essa realidade (da mulher negra, lésbica, favelada e rapper) não podia ter sido melhor.