Dois jovens irmãos acompanham sua mãe, que vai cuidar da vovó em sua remota e solitária casa. O que eles não imaginam é que a partir deste corriqueiro gesto, serão levados à descoberta de terríveis segredos sobre a verdadeira natureza da avó.
Até tem uma boa história e uma atmosfera sinistra, mas no geral acho que deixa a desejar. Não é ruim, mas também não é bom.
A premissa é interessante e vários contos de Stephen King têm boas premissas, mas que não obrigatoriamente resultam em boas histórias e, muito menos, em bons filmes. A história aqui é a seguinte: George ama sua vó Mercy. Por isso, quando ela tem um ataque e precisa ser internada, o garoto fica arrasado.
Um ano depois, Mercy (já vivendo em uma casa de repouso) sofre um AVC e a clínica não pode (ou não quer) tratá-la do jeito que está. Os médicos a mandam para casa sob os cuidados da filha Rebecca, que é mãe de George e de Buddy, o mais velho dos dois.
A família se muda para a antiga residência, no interior, para tratar da idosa. A partir daí, os segredos da matriarca começam a vir à tona e logo George começa a desconfiar que sua avó não é lá flor que se cheire. É quando vemos que com um melhor cuidado dava pra tirar algo bom daí, mas nem de longe o filme acerta alguma coisa.
Não sei se tudo usado pelo roteirista está na história original, mas o fato é que a maioria das coisas não se encaixou dentro dos 80 minutos do longa. Talvez, só o passado nebuloso de Mercy e uma revelação no final fossem suficientes, mas ele achou por bem entupir o filme de elementos descartáveis como um livro de magia pra lá de clichê, uma entidade sobrenatural que não faz absolutamente nada de relevante e uma fantasminha camarada. E furos no roteiro, tem? De monte.
Algumas atuações até convencem, como as dos coadjuvantes Dylan McDermott, no papel do affair de Rebecca, e Mark Duplass, interpretando o tio que sabe dos podres da mãe, mas que ninguém leva a sério. Só que, no fim das contas, Mercy tenta ser um filme que se debruça sobre uma obscura história familiar, mas só consegue entediar e, achando pouco, nos brinda com um final pra lá de brega.
A única coisa que me assustou nesse filme foi a velha naquele terrível estado catatônico que não sei se estava apenas doente ou endiabrada... tirando isso, o filme é muito fraco no quesito terror/suspense, assim como vários desse gênero que saem atualmente.
Além disso o enredo é muito confuso, e a ordem de como os acontecimentos são mostrados não fazem o menor sentido. Não explica nada com nada, nada acontece direito e ao mesmo tempo tudo se resolve em apenas 5 minutos.
Começou parecendo que poderia surpreender, mas infelizmente não foi bem assim. Lá pela metade, o filme começou a perder o rumo. As atuações não ajudam muito, com pouca força para sustentar os personagens, e o roteiro é uma mistura apressada com momentos meio sem sentido. Mesmo sendo um filme de baixo orçamento, dava para ter um resultado mais caprichado. No fim das contas, começou bem, mas terminou deixando a desejar.
rapaz...um ótimo stephen king q eu nunca tinha ouvido falar...obviamente temos q ter um "georgie" q ama livros, mas pelo menos ele não é escritor...muito bom!! curtinho, direto, com ótimos efeitos e o menino "carl" atua muito bem... agora futucar em todos os buracos até achar esse conto...
ah...achei...último conto de "tripulação de esqueletos" q eu já li e esqueci...vou tentar reler algum dia.
Até tem uma boa história e uma atmosfera sinistra, mas no geral acho que deixa a desejar. Não é ruim, mas também não é bom.
A premissa é interessante e vários contos de Stephen King têm boas premissas, mas que não obrigatoriamente resultam em boas histórias e, muito menos, em bons filmes. A história aqui é a seguinte: George ama sua vó Mercy. Por isso, quando ela tem um ataque e precisa ser internada, o garoto fica arrasado.
Um ano depois, Mercy (já vivendo em uma casa de repouso) sofre um AVC e a clínica não pode (ou não quer) tratá-la do jeito que está. Os médicos a mandam para casa sob os cuidados da filha Rebecca, que é mãe de George e de Buddy, o mais velho dos dois.
A família se muda para a antiga residência, no interior, para tratar da idosa. A partir daí, os segredos da matriarca começam a vir à tona e logo George começa a desconfiar que sua avó não é lá flor que se cheire. É quando vemos que com um melhor cuidado dava pra tirar algo bom daí, mas nem de longe o filme acerta alguma coisa.
Não sei se tudo usado pelo roteirista está na história original, mas o fato é que a maioria das coisas não se encaixou dentro dos 80 minutos do longa. Talvez, só o passado nebuloso de Mercy e uma revelação no final fossem suficientes, mas ele achou por bem entupir o filme de elementos descartáveis como um livro de magia pra lá de clichê, uma entidade sobrenatural que não faz absolutamente nada de relevante e uma fantasminha camarada. E furos no roteiro, tem? De monte.
Algumas atuações até convencem, como as dos coadjuvantes Dylan McDermott, no papel do affair de Rebecca, e Mark Duplass, interpretando o tio que sabe dos podres da mãe, mas que ninguém leva a sério. Só que, no fim das contas, Mercy tenta ser um filme que se debruça sobre uma obscura história familiar, mas só consegue entediar e, achando pouco, nos brinda com um final pra lá de brega.
A única coisa que me assustou nesse filme foi a velha naquele terrível estado catatônico que não sei se estava apenas doente ou endiabrada... tirando isso, o filme é muito fraco no quesito terror/suspense, assim como vários desse gênero que saem atualmente.
Além disso o enredo é muito confuso, e a ordem de como os acontecimentos são mostrados não fazem o menor sentido. Não explica nada com nada, nada acontece direito e ao mesmo tempo tudo se resolve em apenas 5 minutos.
Começou parecendo que poderia surpreender, mas infelizmente não foi bem assim. Lá pela metade, o filme começou a perder o rumo. As atuações não ajudam muito, com pouca força para sustentar os personagens, e o roteiro é uma mistura apressada com momentos meio sem sentido. Mesmo sendo um filme de baixo orçamento, dava para ter um resultado mais caprichado. No fim das contas, começou bem, mas terminou deixando a desejar.
Fraco demais
Adaptação ruim de king.Não é um desastre mas é fraco.
rapaz...um ótimo stephen king q eu nunca tinha ouvido falar...obviamente temos q ter um "georgie" q ama livros, mas pelo menos ele não é escritor...muito bom!! curtinho, direto, com ótimos efeitos e o menino "carl" atua muito bem...
agora futucar em todos os buracos até achar esse conto...
ah...achei...último conto de "tripulação de esqueletos" q eu já li e esqueci...vou tentar reler algum dia.