Pierre (Louis Garrel), um adolescente de 17 anos, tem um amor cego pela mãe, mas ela não está disposta a assumir o que o filho projecta dela. Recusando ser amada por aquilo que não é, ela decide quebrar o mistério e revelar a sua verdadeira natureza – a de uma mulher para quem a imoralidade se tornou um vício. Pierre pede para ser iniciado por ela e deixa-se levar até ao limite em jogos cada vez mais perigosos...
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Honoré sempre foi um diretor limitado e ter em mãos um elenco de grande porte desse visto aqui e não conseguir realizar nada que preste é o fim.
>Assistido em 17 de Março de 2026
A premissa é boa, mas a execução deixou a desejar. Fora que em muitos momentos o clima é bem arrastado e monótono, mas os 10 minutos finais valem a pena, embora tenha sido muito abrupto. Quanto as atuações, Isabelle Huppert e Louis Garrel estão excelentes.
Me indicaram muito esse filme, agora que assisti eu gostaria de saber o motivo, haha.
A cena do carro em que estão os três no banco de trás é a coisa mais engraçada do mundo.
- alguns limites, que jamais deveriam, foram cruzados nesse filme
- pena que pelo visto o diretor não seguiu mais nessa linha e foi para temas mais comuns
- é perturbador e interessante, mas precisava de desenvolvimentos e roteiro bem mais trabalhados
O filme explora bem as perversões (freudianamente falando) humanas recalcadas. Apesar de tão odiada, a cultura exerce um papel importante e necessário papel (diante das pactuações sociais historicamente construídas) na manutenção da estabilidade psíquica. O incesto é um tabu insuperável na estrutura social e estruturante das subjetividades dos sujeitos sociais.