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Data de lançamento
17 Out. 2014Duração
Canal: tvN • Episódios: 20 • Duração: 70 min.
Jang Geu-Rae jogou o jogo de tabuleiro go desde que ele era uma criança. Jogar go era tudo para ele, mas ele não conseguiu se tornar um jogador profissional. Agora, ele é jogado no mundo real. Por recomendação de um conhecido, Jang Geu-Rae é capaz de começar a trabalhar na Wonin Internacional como estagiário.
Em seu primeiro dia, Jang Geu-Rae encontra seu chefe Oh Sang-Sik. Jang Geu-Rae se esforça para adaptar-se ao trabalho em uma empresa.
Baseado na webcomic "Misaeng" de Yoon Tae-Ho.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Ambiente corporativo bastante tóxico que possivelmente predispõe funcionários a desenvolver Burnout. Temos muitos países que trabalham nesse modelo desumano mostrado na série. Alguns países como Portugal estão revendo como administrar melhor a relação trabalho e trabalhador em função da saúde mental e física. Entretenimento vindo com reflexão de bônus.
Adorei a séria, resumo perfeito do que é a vida do trabalhador: humilhação atrás de humilhação.
Coreanos tem uma capacidade pra se conter absurda, eu já teria denunciado ou caído nos tapas com a maioria das pessoas daquela empresa. É nessas horas que eu agradeço por morar no Brasil, tem humilhação também, mas ao menos temos direitos. Só no primeiro episódio feriram uns 20 direitos humanos.
Quando vi que tinha 20 episódios, todos com mais de 1h, dei uma desanimada, mas a série não perde o ritmo em nenhum momento, e não incluir romance na história acho que contribuiu muito pra isso.
Gostei muito das relações que o Geu-Rae fazia com Go. Apesar de achar que viveu 26 anos "fazendo nada", você vê como tudo que ele aprendeu com o jogo tem alguma aplicação e foi imprescindível pra ele ser "melhor em qualidade e em quantidade" que muitos funcionários "qualificados". Pra quem já trabalhou em uma empresa, sabe que qualificação (e cargo) não diz muito sobre o trabalho de uma pessoa.
Só queria saber se no final a An Young-Yi conseguiu se livrar dos pais parasitas. No mais, apesar de ter achado a sequência final deles indo atrás do cara estilo James Bond meio estranha, fiquei feliz pelo rumo que tudo tomou e o final que todos tiveram.
Obs. Fiquei chocada quando percebi que o Baek-ki é o mesmo Kang Haneul que fez o policial fofinho em Para Sempre Camélia. Lenda versátil.
É uma ótima série! Mas é revoltante, porque nós, que somos trabalhadores de qualquer área, se não estivermos cegos pela ideologia capitalista, nos identificamos com os personagens, que são explorados, humilhados e têm o máximo de sua energia sugada. São vidas devoradas pelo modo de produção capitalista. Não sobra tempo para amar, para relaxar, para o prazer. Somente o álcool (e é verdade que na maioria do países se bebe muito para aguentar a pressão do trabalho na vida moderna) dá algum consolo. Entre os trabalhadores (a maioria adaptada à camisa de força da corporação), o Sr. Oh, um dos gerentes, é dos poucos que tem uma visão humana e justa, e aprendeu a falar russo por ter simpatia pela cultura russa.
Amei....Superação, disciplina e amizade.
Aquele final dos três se abraçando...repeat 500 vezes....Muito emocionante e engraçado
Esperava mais desse drama, mas o elenco é maravilhoso. Um k-drama que se passa em um ambiente de trabalho, e mostra algumas situações típicas como crescimento de carreira, coleguismo, assédio, abuso de poder, interesses etc. 12.02.23.