Miss Sharon Jones: Sonhos nunca expiram, mas às vezes eles são diferidos. "Miss Sharon Jones" segue a talentosa cantora de soul e gregária da banda indicada ao Grammy de R & B "Sharon Jones & The Dap-Kings". No ano mais difícil de sua vida, Sharon Jones enfrenta o câncer de pâncreas. Enquanto se esforça para encontrar sua saúde e sua voz de novo, o filme revela intimamente a mente e o espírito de uma mulher poderosa determinada a recuperar a carreira da cantora explosiva que lhe fugia há 50 anos.
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Tinha me esquecido que ela já havia falecido e agora estou bem triste, porque ela era uma artista que não se vê por aí hoje em dia, e ela deveria ter tido mais reconhecimento. Mas me sinto inspirada ao mesmo tempo, porque ela fez o que mais amava na vida até o final, e não se preocupou em ser uma grande "estrela" dando sempre o melhor de si e passando sua energia no palco. Definitivamente ela era fogo!
"Eu canto porque estou feliz e canto porque sou livre."
MISS SHARON JONES #MissSharonJones de #BarbaraKople EUA/2015.
Tocante biografia de uma cantora que tem na sua voz o fio da vida.
#SharonJones #Documentário
Excelente documentário sobre a grande cantora de Soul, Sharon Jones. Sua carreira e batalha contra o câncer são retratados de forma inspiradora. É profundamente emocionante, e evidente que a música é fantástica.
Conferir o documentário após, desafortunadamente o falecimento dela em Novembro de 2016 adiciona uma camada de melancolia a tudo que é brilhante no filme.
Mais uma dentre vários suprassumos da música que se foi, num ano tormentoso como 2016. Como já comentaram aqui: 'nunca vou me conformar...'. Documentário lindo de morrer, de uma sensibilidade absurda ao retratar desde a descoberta da doença de Miss Sharon até a dolorosa trajetória de seu tratamento. Além disso, o que o torna mais triste é ver que ele foi finalizado antes de reincidir o câncer, pois seu desfecho dá um ar entusiástico de que ela há de superar tudo. Independente disso, é belíssimo ver uma lenda viva como foi Miss Jones em palco: arrebatador é o termo que melhor define. Acredito que um show dela com os Dap Kings devia ser uma experiência transcendente, daquelas que expurgam a alma, de acordo com a simbiose da banda e de como as músicas reverberam na plateia. Apesar de achar isso visualmente e não de corpo presente, a autenticidade visceral de Miss Jones sempre me lembrou bastante o mesmo vigor da Janis Joplin, tanto como pessoa quanto como artista. Apesar dos contrastes entre ambas, elas estão no rol de cantoras que viveram corpo e alma pela música. Souberam sintetizar a humildade e o talento ímpar numa paixão desnorteada, com vocais e performances ao vivo eternizadas.
Pena que hoje em dia esse tipo de artista tá praticamente extinto, o que sobra é só embuste.
nunca vou me conformar