Um homem que está com amnésia tenta reconstruir seus últimos encontros com mulheres diferentes que suspeitam que elas podem ter sido parte de sua vida anterior.
Drama psicológico da MGM indicado a 2 categorias no Oscar: melhor direção de arte em preto e branco e melhor figurino em preto e branco. O filme foi baseado no romance de 1964 "Buddwing", de Evan Hunter (1926-2005), foi escrito por Dale Wasserman (1914-2008) e a animada trilha musical de jazz foi escrita por Kenyon Hopkins (1912-1983).
Em suas memórias "The Garner Files" (11), James Garner (1928-2014) classificou este como seu pior filme. Seu comentário sobre isso: "Eu resumiria o enredo, mas até hoje não tenho ideia do que é. Pior filme que já fiz. O que eles estavam pensando? O que eu estava pensando?" (página 256). Embora o Senhor Buddwing repetidamente afirme ter 25 anos, na realidade James Garner tinha 38 na época.
O próprio ator não gostou deste filme, mas mostrou um lado diferente dele. Ele era ótimo com frustração, e geralmente saiu com mau humor ou raiva. Isso mostrou como a frustração pode levar ao desespero e à desesperança. Eu gostei da idéia de diferentes e belas atrizes interpretando sua 'esposa'. Cada uma delas trouxe um lado diferente de Grace. A loura Jean Simmons (1929-2010), a morena Suzanne Pleshette (1937-2008) e a também morena Katharine Ross estavam no auge de sua beleza e só por isso já valeu o filme, pois suas performances (e do elenco de apoio em geral), além da cinematografia, são louváveis.
A estória, em si, poderia acontecer com qualquer um de nós: fico imaginando uma pessoa que não lembra mais seu nome, não sabe onde mora e nem que são seus familiares, muito menos onde está e para onde vai, o quão terrível e angustiante seria uma pessoa se virar desta forma angustiante e praticamente irreversível.
Drama psicológico da MGM indicado a 2 categorias no Oscar: melhor direção de arte em preto e branco e melhor figurino em preto e branco. O filme foi baseado no romance de 1964 "Buddwing", de Evan Hunter (1926-2005), foi escrito por Dale Wasserman (1914-2008) e a animada trilha musical de jazz foi escrita por Kenyon Hopkins (1912-1983).
Em suas memórias "The Garner Files" (11), James Garner (1928-2014) classificou este como seu pior filme. Seu comentário sobre isso: "Eu resumiria o enredo, mas até hoje não tenho ideia do que é. Pior filme que já fiz. O que eles estavam pensando? O que eu estava pensando?" (página 256). Embora o Senhor Buddwing repetidamente afirme ter 25 anos, na realidade James Garner tinha 38 na época.
O próprio ator não gostou deste filme, mas mostrou um lado diferente dele. Ele era ótimo com frustração, e geralmente saiu com mau humor ou raiva. Isso mostrou como a frustração pode levar ao desespero e à desesperança. Eu gostei da idéia de diferentes e belas atrizes interpretando sua 'esposa'. Cada uma delas trouxe um lado diferente de Grace. A loura Jean Simmons (1929-2010), a morena Suzanne Pleshette (1937-2008) e a também morena Katharine Ross estavam no auge de sua beleza e só por isso já valeu o filme, pois suas performances (e do elenco de apoio em geral), além da cinematografia, são louváveis.
A estória, em si, poderia acontecer com qualquer um de nós: fico imaginando uma pessoa que não lembra mais seu nome, não sabe onde mora e nem que são seus familiares, muito menos onde está e para onde vai, o quão terrível e angustiante seria uma pessoa se virar desta forma angustiante e praticamente irreversível.
No romance original, Grace conseguiu cometer suicídio. O choque de finalmente lembrar que sua esposa está morta envia Buddwing de volta à amnésia.
eu não gostei parecia interessante um bom suspense no fim eh somente um drama psicológico arrastado !