"Combater" extremismo com extremismo não tem sentido. Entendo que é um vídeo cômico, mas tem muita gente que ao assistir vai levar ao pé da letra. Complicado.
De vez em quando eu acho eu acho que tem gente que mora dentro de algum coletivo de faculdade de humanas ou dentro do Tumblr, porque não é possível que achem que isso é algo sequer perto da realidade. E, pela amor de deus, até tudo bem achar isso uma sátira "inteligente", mas "cirúrgica"? O filme não tinha como ser mais expositivo, realmente só faltou uma narração do Charlton Heston no final "viu só como a esquerda é malvada? ehehehe ;)". Claro, o objetivo do curta é aumentar a situação pra expor uma realidade, mas uma coisa é você aumentar algo cem, mil vezes, já isso aqui aumenta um milhão vezes e, além disso, aumenta uma realidade que nem existe em tamanha escala como o filme quer que acreditemos. Porém, acho bom existir essas coisas para toda vez que eu olhar pra esquerda e pensar "putz tá cheio de gente sem noção aqui" eu saber que, do outro lado, o número de babacas cheios de si tá igual.
Uma caricatura do que está acontencendo. Um tapa na cara dessa coisa ridícula que é o politicamente correto, que está entranhado como um câncer na educação do Brasil e no mundo, muito bom.
Neel Kolhatkar, um boomer no corpo de um millennial.
"Combater" extremismo com extremismo não tem sentido. Entendo que é um vídeo cômico, mas tem muita gente que ao assistir vai levar ao pé da letra. Complicado.
De vez em quando eu acho eu acho que tem gente que mora dentro de algum coletivo de faculdade de humanas ou dentro do Tumblr, porque não é possível que achem que isso é algo sequer perto da realidade. E, pela amor de deus, até tudo bem achar isso uma sátira "inteligente", mas "cirúrgica"? O filme não tinha como ser mais expositivo, realmente só faltou uma narração do Charlton Heston no final "viu só como a esquerda é malvada? ehehehe ;)". Claro, o objetivo do curta é aumentar a situação pra expor uma realidade, mas uma coisa é você aumentar algo cem, mil vezes, já isso aqui aumenta um milhão vezes e, além disso, aumenta uma realidade que nem existe em tamanha escala como o filme quer que acreditemos. Porém, acho bom existir essas coisas para toda vez que eu olhar pra esquerda e pensar "putz tá cheio de gente sem noção aqui" eu saber que, do outro lado, o número de babacas cheios de si tá igual.
Uma caricatura do que está acontencendo. Um tapa na cara dessa coisa ridícula que é o politicamente correto, que está entranhado como um câncer na educação do Brasil e no mundo, muito bom.