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Data de lançamento
12 Julho 1997Duração
Um príncipe infectado por uma doença sabe que irá morrer a menos que encontre a cura. Sendo a sua última esperança, segue para o leste e, durante o caminho, encontra animais da floresta lutando contra a sua exploração, liderados pela princesa Mononoke.
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Miyazaki sempre com suas místicas ambientais e todo um simbolismo por trás de tudo movimentado suas tramas. As cores do filme ainda continua impressionando e os gráficos que dão vida aos personagens são belíssimos. Revendo,vi uma semelhança absurda com "Nausicäa",principalmente pela recriação de época do ambiente do filme. Do herói ao vilão,todo mundo tem um ótimo tempo em tela para se desenvolver bem e tudo é perfeitamente encaixado,explicado.
O filme é fortemente carregado por uma ação de primeira e sempre cercada de boas e demoradas sequências. É o mais escancarado trabalho do diretor nessa questão. Temos corpos mutilados, muito sangue jorrando,animais sendo estraçalhados,explosões,tiros,flechadas... Um pacote completo para os adoradores do gênero. Mas Miyazaki afirmou em uma entrevista que não queria fazer esse filme para crianças,e mesmo se elas assistissem,a mensagem tinha que ser a mais real possível,representando bem a vida real.
Continua sendo a maior obra da carreira do diretor e merecidamente. Consegue trazer tantos detalhes da cultura japonesa que fica difícil não sair encantado com tudo visto. Toda a equipe de direção de arte passou semanas na região de Shiratani estudando sobre o clima do local,as árvores,animais,insetos e até mesmo o relevo,justamente para passar a ideia real na animação.
>Revisto em 26 de Agosto de 2026
12/06/2026 dias dos namorados e por conhecidencia anivesario da minha namorada
Essa animação é o significado de arte com espírito. Muito belo.
19/5/2026
Mais uma ode a natureza e ao embate com o "progresso" ganancioso dos humanos (como tantos outros, incluindo Wolfwalkers, Avatar, etc...). A trama de Mononoke, no entanto, é mais complexa, pois
mostrando camadas de conflito no interior da humanidade e mesmo a divisão de julgamento entre os filhos e defensores da natureza
Dentre os problemas, deixar a aldeia de Ashitaka no esquecimento absoluto - ele simplesmente diz à San que vai viver com o povo da refinaria e "ponto final", quando sempre soube que a aldeia em que vive espera por ele (o que seria uma contradição do personagem...) Enfim, há muito "deixar para trás" no roteiro, bem como o "não resolve" - como o conflito entre a "tribo da refinaria" e as forças governamentais (se bem que aí não é defeito)