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Karen quer ajudar seu namorado Christopher, um cineasta amador, a levantar dinheiro suficiente para que ele possa se divorciar de sua esposa. Enquanto isso, o alegre brincalhão psicopata Otto anda pelo prédio onde Christopher está filmando um filme para adultos de baixo grau, a fim de se manter à tona.
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"He kill the lady.
He killed her and put her in his picture..."
É um filme bem estranho e que parece ser de baixíssimo orçamento, mas no meio dessa bagunça, existe algumas cenas bem criativas e inventivas, o jeito que ele dividiu o filme em perspectivas diferentes e passagens de tempo, as cenas em primeira pessoa, e a pitada voyerística, mostra como apesar de seus defeitos, tudo ali é carregado de criatividade e ambição.
Comédia policial com mistério e suspense em preto e branco, este foi o 2° filme de Brian De Palma em longas-metragens para o cinema, filme que ele também escreveu e editou. O filme desapareceu rapidamente não muito tempo depois e foi considerado perdido até abril de 2011. Filmado no Queens e em Manhattan, Nova York, além do Cemitério Calvary, em Long Island.
Embora o filme tenha direitos autorais de 1967, ele não foi lançado até 1968. Estréia no cinema de Jared Martin (1941-2017). Destaque para a beleza de Margo Norton (1946-2020) em seu único filme. Boa canção-título, escrita e interpretada por um dos atores da trama, William Finley (1940-2012). O filme teve fortes referências com o japonês Rashomon (50), de Kurosawa.
Essencial para qualquer pessoa interessada no estilo de assinatura de De Palma. Agradável, discreto, curioso e esquisito, mesmo sendo ruim e feito de forma amadorística. O que é mais surpreendente é a forma como tantos conceitos temáticos já estão totalmente realizados em 'La Mod': o curto salto da fotografia para a morte, a erradicação de si pela imagem. Mais perto da personificação do cinema como obscenidade do que as obras posteriores. De Palma confiou mais no efeito visual do que no desenvolvimento de seus personagens neste filme produzido de forma independente.
Tão experimental, o começo da filmografia de um gênio.
O primeiro longa do De Palma já é MUITO autoral, obviamente dá pra perceber q é um trabalho experimental, mas fica claro como ele já tinha mta intuição pra fazer o q ele é gênio fazendo
Gostei q ele fez algo q fica mto bom em filmes com essa trama, q é mostrar os diferentes pontos de vista de cada personagem no momento do assassinato, algo q o De Palma só foi fazer dnv 30 anos depois em Snake Eyes. Além disso, logo no primeiro longa já dá pra perceber o tanto q o cara amava o cinema do Hitchcock, claras referências
Amei a fotografia.