Numa pequena aldeia de Angola, uma jovem de 18 anos e um rapaz de 21 apaixonam-se. A diferença de etnias torna difícil esse amor. Contra tudo e todos, o casal vai fugir para outra aldeia, mas o peso das tradições vai ter consequências nefastas.
"Mwana Nketo" é um filme que merece ganhar espaço no circuito cinematográfico mundo afora, especialmente no Brasil e em Portugal, países com consolidado mercado exibidor e que tanta conexão têm com Angola.
O longa-metragem, rodado na província do Bengo, acompanha a vida de dois jovens que pertencem a distintos grupos étnicos (dos muitos que compõem a sociedade angolana): ele, bakongo; ela, kwanhama. As tradições familiares impedem o casal de viver um grande amor, enquanto o filme apresenta um olhar que, ao mesmo tempo que critica determinadas ingerências no desenvolvimento dos indivíduos, valoriza a diversidade cultural de Angola.
Com um orçamento de apenas 30 mil euros, "Mwana Nketo" conquista o público com uma mensagem que apela ao diálogo. Não à toa teve uma estreia com sala cheia no histórico Cinema São Jorge, em Lisboa, sendo aplaudido de pé.
"Mwana Nketo" é um filme que merece ganhar espaço no circuito cinematográfico mundo afora, especialmente no Brasil e em Portugal, países com consolidado mercado exibidor e que tanta conexão têm com Angola.
O longa-metragem, rodado na província do Bengo, acompanha a vida de dois jovens que pertencem a distintos grupos étnicos (dos muitos que compõem a sociedade angolana): ele, bakongo; ela, kwanhama. As tradições familiares impedem o casal de viver um grande amor, enquanto o filme apresenta um olhar que, ao mesmo tempo que critica determinadas ingerências no desenvolvimento dos indivíduos, valoriza a diversidade cultural de Angola.
Com um orçamento de apenas 30 mil euros, "Mwana Nketo" conquista o público com uma mensagem que apela ao diálogo. Não à toa teve uma estreia com sala cheia no histórico Cinema São Jorge, em Lisboa, sendo aplaudido de pé.