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Em 1854, numa pradaria do meio-oeste, Patrick O'Leary (J. Anthony Hughes) está há três horas de Chicago, cidade que sempre sonhou viver com sua mulher Molly (Alice Brady) e seus três filhos, Dion (Tyrone Power), Jack (Don Ameche) e Bob (Tom Brown). Porém Patrick resolve apostar com sua carroça uma corrida com um trem e sofre um acidente fatal, sendo ali mesmo enterrado. Ao chegarem Chicago se mostra uma cidade feia, suja, de dinheiro fácil e vida fácil, que funciona noite e dia para forasteiros de todas as partes, ou seja uma lutadora, divertida e agressiva cidade americana. Molly e seus filhos pretendem achar ali um lugar para viver e trabalhar. Por acaso Molly percebe que a cidade, apesar de ser enlameada, não tem uma lavanderia decente, então começa a lavar roupa. Em 1867 ela tem um negócio que lhe dá um bom lucro. Bob, o menos ambicioso dos três, pensou apenas em casar com Gretchen (June Storey) e ter uma família, mas Dion é exatamente o contrário e sonha em se tornar um rico empresário. Jack quer se projetar como advogado, mas não almeja ser rico. Dion se envolve com uma cantora de saloon, Belle Fawcett (Alice Faye), e junto com ela abre a mais badalada casa de espetáculos de Chicago. Jack é levado a concorrer a prefeito, sem imaginar que Dion está por trás da sua indicação, pois quer indiretamente controlar a política.
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A parte técnica traz sequências incríveis e algumas até difíceis demais pra serem realizadas.Partindo pra trama temos vários tropeços e até falta de ritmo.Tyrone um pé no saco aqui.
>Assistido em 27 de Junho de 2023
Praticamente uma cópia descarada (e inferior) do filme São Francisco, do ano anterior.
Tudo igual. Um filme mistureba, com um protagonista meio mafioso que se apaixona por uma cantora e um desastre no final.
O personagem do Tyrone Power é insuportável, com aquele sorrisinho convencido.
Não deveria ter tido redenção no final, depois da quantidade de merdas inaceitáveis que fez.
O filme é curto, passeia por vários gêneros, levou dois Oscar: Assistente de Direção (hoje extinto) e Atriz Coadjuvante para a Alice Brady. Interessante apesar dos pesares....
Drama indicado a 6 estatuetas no Oscar: melhor filme, melhor roteiro original, melhor som e melhor trilha sonora, vencendo os de melhor melhor diretor assistente e melhor atriz coadjuvante, Alice Brady (1892-1939). Conforme já foi comentado por aqui, é um filme com vários estilos: começa como um faroeste (sem ser um bang bang tradicional), passa pela comédia, vira um romance e se transforma em um drama trágico
(...e pensar que tudo começou com um coice de uma vaca numa cocheira...),
O filme começa como faroeste, prossegue como musical, romance e drama épico-político, termina como filme catástrofe. Acho que o enredo peca por falta de identidade. Misturou de tudo um pouco e acabou fazendo uma gororoba. Mas, como toda gororoba, quebra o galho para quem não tem nada para comer no jantar.
O grande incêndio de Chicago, de 1871, matou 300 pessoas e fez 95 mil desabrigados. As cenas de incêndio são impressionantes. Em 1937, quando o filme foi lançado, o público deve ter ficado boquiaberto com as cenas da catástrofe.
Na velha Chicago tem produção bem cuidada com a marca de Hollywood. Fotografia em branco e preto de boa qualidade.