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Data de lançamento
26 Março 2020Duração
Uma jovem deixa um casamento arranjado em Nova York e sai sozinha para Berlim. A história é inspirada no best-seller "Unorthodox: The Scandalous Rejection of My Hasidic Roots", de Deborah Feldman, sobre a fuga de uma jovem judia de uma seita religiosa.
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Excelente, há muitas camadas em apenas quatro episódios (poderia haver um ou dois episódios a mais para fechar com chave de ouro). São tantos acontecimentos novos na vida da protagonista, e acompanhar sua nova versão é muito interessante, assim como compreender as nuances de ser inserido em uma comunidade mais restritiva e o impacto disso na vida de quem escolhe partir ou permanecer, baita reflexão.
Impossível não comparar a shtisel mas aqui caminha com as próprias pernas. Poderia ter mais um episódio só para dar o desfecho da história. A atriz protagonista está de parabéns pela atuação.
Acho que ela e outros personagens vivem uma realidade que, de início, parece pitoresca e estranha para muitas pessoas. Contudo, com o avançar da história nos vemos fielmente representados por sentimentos que nos são transmitidos por tudo que a série nos apresenta.
Você pode sentir a dor, o desamparo, o medo de ter esperança, o encanto, a raiva, a vontade; tudo através de uma história extremamente bem contada, por meio de diálogos e cenas excelentes e atuações e filmagens muito esmeradas.
No fim, temos uma série que é, sem contradição, cativante e direta, nos fazendo sentir e pensar muito mais do que histórias de superação costumam nos propor.
Para mim foi uma obra excelente e que superou muito a minha expectativa. Uma preciosidade em meio ao grande volume de produções que eu vejo sair da Netflix. Só gostaria que ela ficasse marcada em mim um pouco mais.
Me foi recomendada há um tempo e eu resisti a assistir. Impactante!
Nada Ortodoxa que série impactante, maravilhosa. Baseada no livro de Débora Feldman que conta sua vida na comunidade judaica Ultraortodoxos de Nova York. A série tem elenco de atores Israelense, gravada em Berlim. A Shira Haas que faz a Esther Shapiro que talento com apenas 27 anos, esbanja talento. A série mostra o lado sombrio dos judeus hassídicos, como as mulheres são tratadas, o papel da mulher dentro da comunidade como máquina de fazer filhos. A série mostra a rigidez com as mulheres, mas os homens são alcoólatras, o rabino viciado em jogos, violento. Chega a ser chocante. As mulheres não podem trabalhar, os jovens não aprendem as disciplinas básicas, se saem da comunidade não tem preparo para o mercado de trabalho. A série foi indicada a 8 Emmy, sendo como melhor série do ano. Deveria ter mais episódios, teve um final evasivo, deveria mostrar a Esther seguindo sua vida, dar uma passagem de tempo. Como é minissérie tudo indica que está terminada. A série é perfeita, a fotografia, figurino, trilha sonora, elenco, detalhes riquíssimo da cultura judaica muito bem feitos, um exemplo é o Mezuzá colocado no batente da porta de entrada, é um símbolo que os judeus colocam no batente das portas, cuja função é indicar que ali mora um judeu. Nota 10. Série perfeita em todos os detalhes.