Em um fluxo quase constante de um realismo exacerbado, Wiseman parece querer mais é provar o valor democrático e humano da arte do que de fato retratar tudo aquilo. A administração se preocupa com a imagem que o público tem da galeria e como isso afeta o seu movimento, mas isso nunca parece se mostrar um problema para qualquer pessoa fora daquelas salas de reuniões - nem para o staff do museu envolvidos diretamente com a arte (curadores, palestrantes, restauradores, pesquisadores etc) e muito menos para os visitantes. Na verdade, o que essas pessoas se preocupam de menos é a imagem da galeria, focando muito mais no que a galeria está ali te proporcionando e te fazendo refletir. As tentativas de tornar tudo aquilo erudito que alguns administradores da galeria apresentam chegam a ser cômicas perto de como o Wiseman captura de forma tão genuína a humanidade da arte. O museu e as pinturas são feitos de, por e para humanos - e, nós, humanos, que estamos ali a observar. É nosso passado, presente e, até certo ponto, será nosso futuro. Erros, acertos, subjetividade e objetividade: a arte é tão humana quanto qualquer um.
Amei, achei incrível! Aprendi tanto!
Em um fluxo quase constante de um realismo exacerbado, Wiseman parece querer mais é provar o valor democrático e humano da arte do que de fato retratar tudo aquilo. A administração se preocupa com a imagem que o público tem da galeria e como isso afeta o seu movimento, mas isso nunca parece se mostrar um problema para qualquer pessoa fora daquelas salas de reuniões - nem para o staff do museu envolvidos diretamente com a arte (curadores, palestrantes, restauradores, pesquisadores etc) e muito menos para os visitantes. Na verdade, o que essas pessoas se preocupam de menos é a imagem da galeria, focando muito mais no que a galeria está ali te proporcionando e te fazendo refletir. As tentativas de tornar tudo aquilo erudito que alguns administradores da galeria apresentam chegam a ser cômicas perto de como o Wiseman captura de forma tão genuína a humanidade da arte. O museu e as pinturas são feitos de, por e para humanos - e, nós, humanos, que estamos ali a observar. É nosso passado, presente e, até certo ponto, será nosso futuro. Erros, acertos, subjetividade e objetividade: a arte é tão humana quanto qualquer um.