Uma câmara redonda em um parque, onde cinco mulheres realizam um ritual que conhecem bem. A rainha dá o seu néctar. Contudo, um outro ciclo já está em curso.
Uma das experiências simbólicas e estéticas mais interessantes dos últimos meses! A obra cria uma atmosfera de poder e sedução sem precedentes, tal qual a abelha que carrega um segredo ao pousar numa flor: sempre sutil e instintiva.
Devir-abelha-devir-mulher. Devir-colmeia; o trágico, o fim.
A fotografia é boa, mas é só isso. Curta bem nada a ver. O erotismo é decente, sutil. Nada vulgar.
Uma das experiências simbólicas e estéticas mais interessantes dos últimos meses! A obra cria uma atmosfera de poder e sedução sem precedentes, tal qual a abelha que carrega um segredo ao pousar numa flor: sempre sutil e instintiva.