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Duração
Portabella constrói uma narrativa em fragmentos, que revelam o cotidiano de um casal adúltero, intercalados com um fluxo de imagens não relacionadas. O título desta homenagem a realizadores como Eisenstein, Antonioni, Bergman, Buñuel funciona como uma crítica aos 29 negros anos da ditadura de Franco.
Uma palavra de destaque para a atriz italiana Lucia Bosé.
Obs.: Este é um dos filmes da "Escola de Barcelona" e o melhor começo para quem quiser vê-los.
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cinematografia bonita. mas nao entendi porra nenhuma tbm nao conseguiu me prender.
Poderia ser um curta que daria conta. Esse foi meu primeiro filme do Portabella, quero ver mais, mesmo não tendo curtido tanto esse. Gostei dos diálogos e das primeiras cenas, tinha tanta claridade que estourou o branco. Amei o efeito.
Pere Portabella flerta com o som, o tempo e a imagem de um jeito tão interdependente e igualmente livre quanto análogo, (in)direto, progressivo, intimista, simples, diverso, intricado, pontual... carismático.
Um modo curioso de fazer e usar o Cinema...
É, sobretudo, "esquisito"... Mas tanto quanto, afinal, é pleno, cronista, plural... e belo.
Vale uma boa e paciente olhada.
8/10
A Escola de Barcelona não conhecia. Vou começar por este, como recomenda a sinopse. Há pouco mais de 10 anos vi um bocado de cinema espanhol... filmes com a Carmen Maura, e tal... só que nenhum deles com motivos catalães.