Jovem liderança e realizadora audiovisual, Patrícia Ferreira vem sendo reconhecida pelos documentários que realiza com o seu povo, os Guarani Mbya. Ao ser chamada para debater seus trabalhos em um dos maiores festivais de cinema etnográficos do mundo, o Margaret Mead Film Festival, realizado no Museu Americano de História Natural, em Nova Iorque, Patrícia se depara com uma série de exposições, debates e atitudes que a fazem refletir sobre o mundo dos “juruá”, contrastando-o com os modos de existência guarani.
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As Novas Desventuras de Cliff Booth
Minha única ressalva com relação a esse documentário são questões técnicas mas...
sobre o filme ele faz refletir sobre a falta de respeito dos estadunidenses, e faço questão de usar a palavra correta pois apesar de eles se apropriarem do termo "americanos" como se fossem os únicos americanos do planeta eles não são os únicos...
Patricia Ferreira é, eu sou e a maioria das pessoas que venha a ler esse comentário também é...
Eles levantam uma estrutura que chamam de museu mas o mapa, a coisa mais básica que é literalmente dar um google e ver que aquele mapa, está errado. Nem acredito em ignorância ao faze-lo e sim em falta de caráter pois a sensação que da é que não existe problemas, a sensação que fica é que a
"Amazônia não é escassa, ela é abundante, ela é maior que nosso amado EUA"
Não é a toa que existem tantos negacionistas que apoiam os ataques massivos dos EUA com relação aos demais países, não é a toa que as telas mostradas no documentário eram propagandas/jogos/filmes e nada contra eu amo jogar mas precisa ser só isso? é alienante...
Sinto muito com relação ao desrespeito pelos objetos ali mostrado, e sinto muito em dizer que nos fazemos isso aqui também quando expomos a cultura indígena, mas as palavras da Patricia me impactaram, quem sabe impacta mais gente