Em 1 de Novembro, Lindsay Duncan vive uma mãe em viagem para testemunhar a execução do assassino de seu filho, e no caminho ela fica dividida entre o desejo de vingança e o reencontro amargo e intenso com sua filha distante
Tem esse lance da questão moral, da questão ética, né. Essas coisas de certo e errado. A velhinha é terrível, uma pessoa chata num nível hard. O curta nos diz o pq ela é assim. Contudo, ela parece querer não a justiça e sim a vingança. A dor corrói, vira ira, violência desmedida contra quem a provocou. Mas, o assassino de um assassino não será um assassino tbm ? Se a coisa se der no plano do dente por dente e olho por olho acabaremos todos cegos e banguelas. Gosto de obras assim fortes, duras, sanguíneas onde as palavras são adagas cortando nossa consciência.
Que mulher insuportável! Mesmo tendo passado por uma perda terrível, 28 anos antes, não justifica ela tratar a filha assim.
Tem esse lance da questão moral, da questão ética, né. Essas coisas de certo e errado. A velhinha é terrível, uma pessoa chata num nível hard. O curta nos diz o pq ela é assim. Contudo, ela parece querer não a justiça e sim a vingança. A dor corrói, vira ira, violência desmedida contra quem a provocou. Mas, o assassino de um assassino não será um assassino tbm ? Se a coisa se der no plano do dente por dente e olho por olho acabaremos todos cegos e banguelas. Gosto de obras assim fortes, duras, sanguíneas onde as palavras são adagas cortando nossa consciência.