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Outros títulos
Amor Vadio (Nome Alternativo) - Portugal
Sinopse
Uma jovem rapariga vê a sua vida dar várias reviravoltas e peripécias, após ter sido, no próprio dia do seu aniversário, deixada pelo namorado e despedida do seu emprego.
8.5 - Uma película cómica ligeira de Vicente Alves do Ó, que se visualiza bastante bem e cuja acção/desenvolvimento é relativamente escorreita. De facto, trata-se de um filme divertido q.b., sobretudo devido aos diálogos divertidos, que contêm uma forte componente de crítica social implícita ou até explícita. A história segue as reviravoltas, peripécias e desventuras de Amélia (interpretada por Inês Patrício), uma jovem algo impulsiva e exigente, nos meandros do amor, após ter sido deixada pelo namorado e despedida no mesmo dia, que por coincidência (ou não), é o seu dia de aniversário. Destaque para a presença de Maria Rueff, uma especialista na comédia em Português, aqui como mãe da personagem principal (a já citada Amélia), Gigi, uma típica mulher portuguesa, lutadora, mas castiça, um pouco alcoviteira e com pouca formação pessoal (N. R.: dir-se-ia uma espécie de figura típica e estereotipada, da mulher portuguesa bairrista de antigamente), que praticamente "rouba" as cenas e o ecrã todo aos restantes intérpretes. Destaque também para a interpretação de Ana Brito e Cunha, como a psicóloga Dalila, também bastante divertida e bem conseguida. Como ponto negativo principal, destaco a própria voz da protagonista (a cantar), que me parece pouco ou mesmo nada convincente, pois de uma "Fadista" espera-se mais emoção, sendo esta a principal falha nesta película, a meu ver!!!
8.5 - Uma película cómica ligeira de Vicente Alves do Ó, que se visualiza bastante bem e cuja acção/desenvolvimento é relativamente escorreita. De facto, trata-se de um filme divertido q.b., sobretudo devido aos diálogos divertidos, que contêm uma forte componente de crítica social implícita ou até explícita. A história segue as reviravoltas, peripécias e desventuras de Amélia (interpretada por Inês Patrício), uma jovem algo impulsiva e exigente, nos meandros do amor, após ter sido deixada pelo namorado e despedida no mesmo dia, que por coincidência (ou não), é o seu dia de aniversário. Destaque para a presença de Maria Rueff, uma especialista na comédia em Português, aqui como mãe da personagem principal (a já citada Amélia), Gigi, uma típica mulher portuguesa, lutadora, mas castiça, um pouco alcoviteira e com pouca formação pessoal (N. R.: dir-se-ia uma espécie de figura típica e estereotipada, da mulher portuguesa bairrista de antigamente), que praticamente "rouba" as cenas e o ecrã todo aos restantes intérpretes. Destaque também para a interpretação de Ana Brito e Cunha, como a psicóloga Dalila, também bastante divertida e bem conseguida. Como ponto negativo principal, destaco a própria voz da protagonista (a cantar), que me parece pouco ou mesmo nada convincente, pois de uma "Fadista" espera-se mais emoção, sendo esta a principal falha nesta película, a meu ver!!!