Djé vai passar o fim de semana em Paris, mas ninguém o espera. Desconhecido entre as sombras, percorre as ruas a esmo para esquecer seu tédio. Camaleão e excêntrico, vai à luta ou se socializa, se alcooliza ou vai à deriva.
Existem mendigos que andam pelas ruas de Paris... Sendo hostilizados, fazendo merda, fazendo amigos, fazendo nada. Isso com um bom ator protagonista e câmeras bacanas pode dar um filme:
enche o saco no metro, e segue toda mulher que vê! talvez a intenção do personagem é incomodar mesmo, ele é aquele cara chato que quer papo no metro, aquele que fica te olhando como se vc estivesse dando mole, que se mete em festa que "não é pra ele" aquele cara, que fica na rua sozinho quando vc ta estacionando o carro que vc morre de medo, é um marginalizado, e talvez o objetivo foi explorar isso, essa vida anônima.
Curta sem história definida, é apenas o Djé andando pelas ruas de Paris incomodando os outros e fazendo absolutamente nada. Mas como esse nada foi bem contado eu dou um desconto.
O que realmente brilha nesse curta é a parte técnica, pra falar a verdade, e as atuações. Tudo preciso, sem excessos, natural, e é nisso que o Dourountzis acerta.
Existem mendigos que andam pelas ruas de Paris... Sendo hostilizados, fazendo merda, fazendo amigos, fazendo nada. Isso com um bom ator protagonista e câmeras bacanas pode dar um filme:
o djé é assustador
enche o saco no metro, e segue toda mulher que vê! talvez a intenção do personagem é incomodar mesmo, ele é aquele cara chato que quer papo no metro, aquele que fica te olhando como se vc estivesse dando mole, que se mete em festa que "não é pra ele" aquele cara, que fica na rua sozinho quando vc ta estacionando o carro que vc morre de medo, é um marginalizado, e talvez o objetivo foi explorar isso, essa vida anônima.
Gostei e ao mesmo tempo n
Curta sem história definida, é apenas o Djé andando pelas ruas de Paris incomodando os outros e fazendo absolutamente nada. Mas como esse nada foi bem contado eu dou um desconto.
O que realmente brilha nesse curta é a parte técnica, pra falar a verdade, e as atuações. Tudo preciso, sem excessos, natural, e é nisso que o Dourountzis acerta.