Filme bem forte, um retrato preciso de como o sistema pode cegar as pessoas e de quão fácil é manipular quem deixa de refletir criticamente. A tal da "banalidade do mal" retratada na tela.
""Eu não sou liberal, nem conservador. Prefiro ser um artista livre, e nada mais. Livre da violência e das mentiras.".
Chekhov escreveu sobre a condição humana, sobre o absurdo dela. A dor que surge quando pessoas, presas a hábitos e ilusões, são forçadas a encarar a realidade que contradiz sua versão de mundo.
Soa familiar pra alguém aqui? Quem sabe, a América atualmente?"
Filme bem forte, um retrato preciso de como o sistema pode cegar as pessoas e de quão fácil é manipular quem deixa de refletir criticamente. A tal da "banalidade do mal" retratada na tela.
A melhor parte do filme foi a atuação espetacular da Diane Lane
""Eu não sou liberal, nem conservador.
Prefiro ser um artista livre, e nada mais.
Livre da violência e das mentiras.".
Chekhov escreveu sobre a condição humana, sobre o absurdo dela. A dor que surge quando pessoas, presas a hábitos e ilusões, são forçadas a encarar a realidade que contradiz sua versão de mundo.
Soa familiar pra alguém aqui?
Quem sabe, a América atualmente?"
A tragédia era moderna.
Handmaids tale para preguiçosos
Domingo agora teremos a Opção de escolher se vamos viver no mundo q o filme retrata ou seguiremos em paz… filme excelente!