Ana Stant o que foi esse curta?! Que incrível essa reunião de mulheres bem tranquila graças a Deus hahahaha, eu amei, já fiquei pensando num longa bem macabro como foi o curta, porque foi macabro com final bem gore do jeitinho que eu amo. Parabéns a todos os envolvidos nesse trabalho impecável, como sempre o Curta um Curta de Mistério trazendo muito conteúdo bom para o terror brasileiro. No próximo ritual me chamem tenho um corpo para atirar na fogueira e alguns instrumentos para fazermos uma festa bem bonita HAHAHAHAH
As coisas que eu mais gosto em filmes de terror são rituais e artefatos. Logo no começo ele apresenta um ritual, já me ganhou. A montagem assimétrica, ou não linear é muito boa, demonstrando assim de certo modo a confusão na mente do personagem Dom. A trilha sonora já é bem bacana, com os batuques invocando a sensação de ambiente ritualístico , crescendo com a tensão e perseguição, ponto altíssimo (a música dos créditos no final, não conhecia, legal). E entra o filtro em vermelho, ahh caraca, gosto demais, deixa tudo mais bonito. As cores na rua e na floresta com o preto mais carregado aumentam a tensão, mas na casa me incomodou um pouco a diferença de luz entre alguns cortes, e também aproveitando este tema, a câmera mostra ela brincando com a taça e alguns instantes demais (ao menos na minha falha memória, vi ontem tarde) logo na sequência mostra ela fazendo o ritual com a Abobrinha!
No bolo estava escrito A D. Quebrei a cabeça pensando o que era, e agora escrevendo aqui me dei conta, Alana e Dom rs
A cena na casa com a mãe, tenta trazer a calma e gera um desconforto, eu tentei deduzir que não havia bebê no carrinho pq se houvera era um menino e não há mais homens ali, me surpreendeu positivamente quando a mãe cita ser menina, e ainda mais depois que a chamou de Alana. Eu já fiquei com a pulga atrás da orelha com aquela moça, aceitar um estranho em casa, uma mulher, mãe e sozinha, não me parece algum q uma brasileira possa fazer em segurança.
Vamos a floresta, ao coven, a abertura entregando a capa do filme se faz justíssima. Legal. Elas separadas sendo levadas pelos instintos, desejos, sentimentos com o êxtase embalado pela música muito bom. Uma marca aparecer na caixa de batuque (não sei o nome do instrumento) me tirou um pouco da imersão.
E vem a cena de ouro pra mim. Aquele corredor escuro, com as mulheres enfileiradas e apresentando da escuridão o ser. A divindade em forma humana. A mãe de todas. Puxa fiquei curioso nos créditos para saber o nome desta personagem e não entregou!
Alguem cadastra os outros filmes dela por favor
Ana Stant o que foi esse curta?!
Que incrível essa reunião de mulheres bem tranquila graças a Deus hahahaha, eu amei, já fiquei pensando num longa bem macabro como foi o curta, porque foi macabro com final bem gore do jeitinho que eu amo. Parabéns a todos os envolvidos nesse trabalho impecável, como sempre o Curta um Curta de Mistério trazendo muito conteúdo bom para o terror brasileiro.
No próximo ritual me chamem tenho um corpo para atirar na fogueira e alguns instrumentos para fazermos uma festa bem bonita HAHAHAHAH
As coisas que eu mais gosto em filmes de terror são rituais e artefatos. Logo no começo ele apresenta um ritual, já me ganhou. A montagem assimétrica, ou não linear é muito boa, demonstrando assim de certo modo a confusão na mente do personagem Dom. A trilha sonora já é bem bacana, com os batuques invocando a sensação de ambiente ritualístico , crescendo com a tensão e perseguição, ponto altíssimo (a música dos créditos no final, não conhecia, legal). E entra o filtro em vermelho, ahh caraca, gosto demais, deixa tudo mais bonito. As cores na rua e na floresta com o preto mais carregado aumentam a tensão, mas na casa me incomodou um pouco a diferença de luz entre alguns cortes, e também aproveitando este tema, a câmera mostra ela brincando com a taça e alguns instantes demais (ao menos na minha falha memória, vi ontem tarde) logo na sequência mostra ela fazendo o ritual com a Abobrinha!
No bolo estava escrito A D.
Quebrei a cabeça pensando o que era, e agora escrevendo aqui me dei conta, Alana e Dom rs
A cena na casa com a mãe, tenta trazer a calma e gera um desconforto, eu tentei deduzir que não havia bebê no carrinho pq se houvera era um menino e não há mais homens ali, me surpreendeu positivamente quando a mãe cita ser menina, e ainda mais depois que a chamou de Alana.
Eu já fiquei com a pulga atrás da orelha com aquela moça, aceitar um estranho em casa, uma mulher, mãe e sozinha, não me parece algum q uma brasileira possa fazer em segurança.
Vamos a floresta, ao coven, a abertura entregando a capa do filme se faz justíssima. Legal.
Elas separadas sendo levadas pelos instintos, desejos, sentimentos com o êxtase embalado pela música muito bom.
Uma marca aparecer na caixa de batuque (não sei o nome do instrumento) me tirou um pouco da imersão.
E vem a cena de ouro pra mim.
Aquele corredor escuro, com as mulheres enfileiradas e apresentando da escuridão o ser. A divindade em forma humana. A mãe de todas. Puxa fiquei curioso nos créditos para saber o nome desta personagem e não entregou!
Muito legal !
Parabéns. Trampo incrível!
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