A história real ocorreu em 1984, quando a adolescente Kirsten Costas, de 15 anos, foi assassinada por sua colega de classe Bernadette Protti, que foi condenada a 9 anos de prisão, mas foi libertada após 7 anos, ficando em liberdade condicional. Esse telefilme é bem mediano, mas não deixa de passar suas mensagens.
[/spoiler] Na primeira parte, quando Bridget é destratada e ridicularizada por Kelly, até me fez sentir pena dela, mas depois ela erra totalmente em querer forçar uma amizade, em ficar obcecada pela Kelly e querer fazer parte da vida dela, invejando suas conquistas. Ninguém é obrigado a gostar ou conviver com alguém, a amizade e a confiança são obtidos com o tempo, isso quando as duas partes tem esse interesse, o que não foi o caso aqui. Somos obrigados sim a respeitar, a tratar bem, a ser educados, mas não aceitar e conviver com quem não nos identificamos ou simplesmente não queremos nos envolver. Ao querer a todo custo "ser amiga" de Kelly, Bridget se tornou cada vez mais obcecada, esquisita e perigosa, e quando viu que Kelly percebeu isso e fugiu de sua presença, a monstrinha a perseguiu e a matou a facadas. [spoiler]
De vez em quando não escolhemos o que assistir, apenas rodamos os canais na TV e deixamos em qualquer filme. ... Death of a Cheerleader é isso, um filme qualquer. Baseado em um evento real que ocorreu em 1984 na Califórnia e remake de um filme para TV de sucesso lançado em 1994, este mais parece um episódio especial do Discovery Crimes. ... As interpretações são preguiçosas, a trama previsível (mesmo pra quem nem imaginava que era baseado em algo real). Enfim, um bom tratamento para insônia.
Gente, essa gravação era um pesadelo. Elas andavam e a câmera balançava junto Legal que o próprio LifeTime já tacou um "spoiler" durante as propagandas.
Até me identifiquei com a Bridget e tive asco da Kelly então não a vi como um monstro apesar do momento do homicídio
A história real ocorreu em 1984, quando a adolescente Kirsten Costas, de 15 anos, foi assassinada por sua colega de classe Bernadette Protti, que foi condenada a 9 anos de prisão, mas foi libertada após 7 anos, ficando em liberdade condicional.
Esse telefilme é bem mediano, mas não deixa de passar suas mensagens.
[/spoiler]
Na primeira parte, quando Bridget é destratada e ridicularizada por Kelly, até me fez sentir pena dela, mas depois ela erra totalmente em querer forçar uma amizade, em ficar obcecada pela Kelly e querer fazer parte da vida dela, invejando suas conquistas.
Ninguém é obrigado a gostar ou conviver com alguém, a amizade e a confiança são obtidos com o tempo, isso quando as duas partes tem esse interesse, o que não foi o caso aqui. Somos obrigados sim a respeitar, a tratar bem, a ser educados, mas não aceitar e conviver com quem não nos identificamos ou simplesmente não queremos nos envolver.
Ao querer a todo custo "ser amiga" de Kelly, Bridget se tornou cada vez mais obcecada, esquisita e perigosa, e quando viu que Kelly percebeu isso e fugiu de sua presença, a monstrinha a perseguiu e a matou a facadas.
[spoiler]
De vez em quando não escolhemos o que assistir, apenas rodamos os canais na TV e deixamos em qualquer filme.
...
Death of a Cheerleader é isso, um filme qualquer. Baseado em um evento real que ocorreu em 1984 na Califórnia e remake de um filme para TV de sucesso lançado em 1994, este mais parece um episódio especial do Discovery Crimes.
...
As interpretações são preguiçosas, a trama previsível (mesmo pra quem nem imaginava que era baseado em algo real). Enfim, um bom tratamento para insônia.
Baseados em fatos reais. Infelizmente
Gente, essa gravação era um pesadelo. Elas andavam e a câmera balançava junto
Legal que o próprio LifeTime já tacou um "spoiler" durante as propagandas.