É mais válido pela experiência do que, necessariamente um bom filme. Uma espécie de documentário protagonizado em um modelo verbatim, empregando as vezes personagens reais e intérpretes em uma mesma cena. Não existe senso de estético em diversas cenas, especialmente nas leituras do livro de Andrea Dunbar, em um Dogville inglês, permitindo completa imersão na história de Andrea e sua filha meio inglesa, meio paquistanesa Lorraine.
O problema é a inexistência de qualquer desejo ou identificação com as vidas despedaçadas do subúrbio londrinho e apesar de tecnicamente irrepreensível (é coisa de gênio a câmera que realiza um travelling em um teatro revelando dois personagens "interpretados" por quatro atores). Apesar de toda experiência ser válida, eu preferira não ter conhecido Andre e Lorraine Dunbar.
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É mais válido pela experiência do que, necessariamente um bom filme. Uma espécie de documentário protagonizado em um modelo verbatim, empregando as vezes personagens reais e intérpretes em uma mesma cena. Não existe senso de estético em diversas cenas, especialmente nas leituras do livro de Andrea Dunbar, em um Dogville inglês, permitindo completa imersão na história de Andrea e sua filha meio inglesa, meio paquistanesa Lorraine.
O problema é a inexistência de qualquer desejo ou identificação com as vidas despedaçadas do subúrbio londrinho e apesar de tecnicamente irrepreensível (é coisa de gênio a câmera que realiza um travelling em um teatro revelando dois personagens "interpretados" por quatro atores). Apesar de toda experiência ser válida, eu preferira não ter conhecido Andre e Lorraine Dunbar.
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