Em 1904, a costureira Frieda Keller matou seu filho de cinco anos. O assassinato desencadeia um marco na luta pelos direitos das mulheres e pela igualdade política na Suíça do início do século XX, preparando o terreno para um julgamento histórico.
Muito bom. Vale muito o registro histórico. E pensa que isso se deu a 6 gerações e, convenhamos, não avançamos de fato, embora o direito tenha avançado. Como disse o advogado, muito oportunamente, primeiro se mudam as ideias, depois as leis. O contrário é só para posar na foto. Afinal, não entendi que rolo que se deu na mata, mas ainda assim gostei.
Friedas Fall é um soco no estômago disfarçado de drama de época. O filme triunfa ao não transformar a protagonista em uma heroína idealizada, mas sim no retrato dolorosamente real de uma mulher que foi completamente desamparada pelo Estado, pela igreja e pela família. É uma obra essencial para quem aprecia dramas jurídicos históricos com forte teor político e social. Uma estreia na direção de longas muito firme e promissora para Maria Brendle.
Muito bom. Vale muito o registro histórico. E pensa que isso se deu a 6 gerações e, convenhamos, não avançamos de fato, embora o direito tenha avançado. Como disse o advogado, muito oportunamente, primeiro se mudam as ideias, depois as leis. O contrário é só para posar na foto.
Afinal, não entendi que rolo que se deu na mata, mas ainda assim gostei.
Friedas Fall é um soco no estômago disfarçado de drama de época. O filme triunfa ao não transformar a protagonista em uma heroína idealizada, mas sim no retrato dolorosamente real de uma mulher que foi completamente desamparada pelo Estado, pela igreja e pela família. É uma obra essencial para quem aprecia dramas jurídicos históricos com forte teor político e social. Uma estreia na direção de longas muito firme e promissora para Maria Brendle.
Título nacional. "O Caso Frieda". Uma surpresa positiva num filme simples e sem orçamento.